Jordan Peterson e o misticismo fascista

Por Pankaj Mishra, via The New York Review of Books, traduzido por Aukai Leisner

“Os homens tem que endurecer,” escreve Jordan B. Peterson em 12 Regras Para a Vida: Um antídoto para o Caos, “Outros homens exigem-no, e as mulheres o querem.” Assim, a primeira regra é “Ande ereto e com os ombros para trás” e não se esqueça de “limpar seu quarto.”  Continue lendo “Jordan Peterson e o misticismo fascista”

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O verdadeiro karma do Ocidente

Entrevista com Giorgio Agamben por Chiara Valerio, via Repubblica, traduzido por Rafael Lemos

Em seu novo livro, “Karman”, o filosofo discute a relação entre uma ação e as suas consequências. Um ensaio que analisa os fundamentos da ética e do direito, da teologia e das filosofias orientais. Continue lendo “O verdadeiro karma do Ocidente”

Walter Benjamin e a verdadeira urbanização da hermenêutica

Por Luis Eduardo Gomes do Nascimento, em memória de minha Avó Aurelina, que não conheceu a escrita, mas lia o mundo.

Em debate com Gadamer, Habermas afirmou que o projeto de Gadamer pode ser caracterizado como a urbanização hermenêutica de Heidegger. É verdade que as metáforas de Heidegger originam-se do campo; mas, para além de uma frase simpática lançada num debate harmonioso, tem sentido falar em urbanização da hermenêutica em Gadamer?  Continue lendo “Walter Benjamin e a verdadeira urbanização da hermenêutica”

A Realidade de Ernst Lubitsch

Por Slavoj Žižek, via The Philosophical Salon, traduzido por traduzido por Oleg Savitskii e Anna Savitskaia.

Theodor Adorno inverteu a condescendente pergunta historicista de Benedetto Croce sobre “o que está morto e o que está vivo na dialética de Hegel.” Se Hegel está realmente vivo enquanto pensador, a pergunta, portanto, a ser feita hoje é a oposta: “Como é que ficamos NÓS, HOJE, aos olhos de Hegel?” Exatamente o mesmo vale para Ernst Lubitsch.  Continue lendo “A Realidade de Ernst Lubitsch”

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