As cores do muro: de Stonewall a Wall Street

Por Edson Mendes[1]

“Sem compreender a realidade concreta que sustenta a necessidade de manutenção da opressão a LGBTs no próprio capitalismo, sem permanecer críticos aos direitos adquiridos no Estado Burguês que só valem para LGBTs enquanto figuras exploradas pela classe dominante, podemos acabar perdendo de perspectiva a base material de nossa opressão.”

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