Angola, o itinerário da palavra na canção e a emancipação da cultura popular face ao imperialismo português (1961 – 1975)

Por Soraia Simões de Andrade, via Mural Sonoro

À Independência de Angola a 11 de Novembro de 1975 ficou ligado um universo de canções, músicas e interpretações empenhadas politicamente. Continue lendo “Angola, o itinerário da palavra na canção e a emancipação da cultura popular face ao imperialismo português (1961 – 1975)”

Pan-africanismo, historicidade e disputa de narrativas

Por Vinicius Souza, publicado na revista Clio Operária

Uma tendência normal é enxergar as pessoas negras como se todas fossem à mesma coisa, como se a experiência individual de vida não contasse para a formação da concepção de mundo, de si mesmo e, portanto, da racialização. Continue lendo “Pan-africanismo, historicidade e disputa de narrativas”

Cinco mitos imperialistas sobre o papel da China na África

Por Nino Brown, via Liberation School, traduzido por Guilherme Laranjeira

“Qual país da África é politicamente dirigido pela China? Nenhum. Existe um país africano com uma base militar chinesa, Djibouti, mas suas políticas não são dirigidas por Pequim. Embora hajam, indiscutivelmente, exemplos de produtos chineses sendo despejados em países africanos, nenhum país foi obrigado a excluir “produtos de concorrentes de outros lugares.” A China não controla nenhum sistema bancário africano. Países africanos começaram a adotar o yuan chinês como uma moeda estrangeira de reserva, mas fizeram isso como uma forma de diversificação, se distanciando da dependência do dólar e do euro. “

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Mineiros e estudantes expõem os limites do pós-apartheid na África do Sul

Por Gabriel Landi Fazzio

De vez em quando, os efeitos das greves dos mineiros sul-africanos sobre o comércio internacional furam o silêncio ideológico da mídia comercial. Nessas horas, vemos que não devemos confundir o silêncio dominante com a suposta insignificância das lutas da classe trabalhadora. Ao contrário, o motivo aqui é um medo que tira o sono das classes dominantes.

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Classe, Raça e Ideologia

Por Kwame Nkrumah, traduzido por Daniel Fabre.

Kwane Nkrumah foi o grande líder da independência de Ghana e um dos mais influentes pensadores do chamado ‘socialismo africano’. Influenciado pelas ideias de Marcus Garvey, do marxista C.L.R. James, do exilado russo Raya Dunayevskaya e do sino-americano Grace Lee Boggs, Nkrumah desenvolveu sua obra em constante relação com os desenvolvimentos da luta independentista na África.

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Revolução e contrarrevolução em Burkina Faso

Por Gabriel Landi Fazzio

Quase um ano após a revolução que encerrou os 27 anos da ditadura de Blaise Compaoré, o Burkina Faso se aproxima das eleições gerais em outubro. Diz-se que a história só surpreende quem de história nada entende. Os companheiros da Tendência Marxista Internacional já apontavam, em 11 de Setembro de 2015, a crise do regime de transição e o risco de um golpe. Apenas 6 dias depois, as mídias de todo o mundo noticiavam o golpe militar. Em menos de uma semana, no entanto, o governo de transição voltou ao poder, após uma onda de mobilizações em todo o país.

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