Por uma arte militante: kantismo e a arte como veículo do comum

Por Philippe Augusto Carvalho Campos

Desejamos aqui repensar o estatuto da arte na contemporaneidade, ou mesmo, “salvar” o conceito de arte. Continue lendo “Por uma arte militante: kantismo e a arte como veículo do comum”

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‘O jovem Karl Marx’ de Raoul Peck (2017): o homem que mudou o mundo

Por Heribaldo Maia, graduando em História Licenciatura pela UFPE e militante da União da Juventude Comunista.

Poderia começar esse texto problematizando as formas do capitalismo censurar o filme recém lançado: O jovem Karl Marx (2017), do diretor haitiano Raoul Peck. Ou entrar num debate sobre o pensamento marxiano. Porém o filme – que expôs de forma didática pontos centrais da obra do jovem Marx (e Engels), inseriu importantes momentos da história da luta dos trabalhadores e envolveu diversos personagens da história como Proudhon, Bakunin, Bauer, etc –, apontou outro aspecto que é fundamental e que me chamou atenção (principalmente num momento em que o nome de Marx é imediatamente associado ao de um “demônio mítico que criou um exército de doutrinadores): o homem por trás do gigante pensador que foi Karl Marx. Continue lendo “‘O jovem Karl Marx’ de Raoul Peck (2017): o homem que mudou o mundo”

Crônicas de Dom Quixote e Sancho Pança – a acumulação capitalista e o direito à propriedade em Marx

Por Alexandre Pimenta

“Todos os economistas, tão logo discutem a relação existente entre capital e trabalho assalariado, entre lucro e salário, e demonstram ao trabalhador que ele não tem nenhum direito a participar das oportunidades do lucro, enfim, desejam tranquilizá-lo sobre seu papel subordinado perante o capitalista, Continue lendo “Crônicas de Dom Quixote e Sancho Pança – a acumulação capitalista e o direito à propriedade em Marx”

Alienação e Proletariado: da perda à subjetividade, uma leitura do poema “Quando e por que nascemos” de Mauro Iasi.

Por Daniel Alves Teixeira, membro do Círculo de Estudos da Ideia e da Ideologia.

Recentemente, em um evento organizado pelo PCB de São Paulo, tive a oportunidade de conhecer um poema de autoria de Mauro Iasi, lido por uma das camaradas presentes no encontro. Ouvindo o poema me Continue lendo “Alienação e Proletariado: da perda à subjetividade, uma leitura do poema “Quando e por que nascemos” de Mauro Iasi.”

A crise à luz de Moishe Postone: Tempo, Trabalho e Dominação Social

Por Douglas Rodrigues Barros[1]

A amplitude da crítica de Postone levará ainda algum tempo para ser descoberta em nosso quintal. A despeito do “sectarismo positivista”, que vem aos poucos dominando as análises marxianas mais apuradas – para o qual o sujeito automático é um oximoro antinômico e não uma unidade da contradição[2] –, o pensamento de Moishe Postone detém uma preocupação singular, qual seja: a reavaliação das categorias centrais de Marx. Continue lendo…

Marx e Lacan: Quando a mais-valia encontra o mais-gozar

Por Alenka Zupancic, traduzido por João Matheus Cassarott; Daniel Alves Teixeira (membro do Círculo de Estudos da Ideia e da Ideologia); e José Mauro Garboza Junior (membro do Círculo de Estudos da Ideia e da Ideologia)

Esta é a tradução parcial de um texto de Alenka Zupancic chamado “Quando a mais-valia encontra o mais-gozar”. Publicamos parcialmente o texto para que os leitores possam conhecer melhor esta importante filosofa da escola lacaniana de Liubliana, que possui como outros expoentes Slavoj Zizek e Mladen Dolar. A integra da tradução será futuramente publicada através de revistas oficiais.

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