Surtos de Agressividade

Por Todd McGowan, tradução por Matheus Cornely Sayão

Trecho do livro “End of Dissatisfaction?: Jacques Lacan and the Emerging Society of Enjoyment”, escrito por Todd McGowan, e publicado pela editora State University of New York. Continue lendo “Surtos de Agressividade”

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A hegemonia da raça: de Gramsci a Lacan

Por Richard Seymour e Daniel Hartley, via Revue Periode, traduzido por Ícaro Batista

Mesmo em suas interpretações as mais sofisticadas, o marxismo tem uma tendência de ler o racismo de forma instrumental. Tal ideologia é adotada por uma série de atores porque é consistente com certos interesses, porque consolida alguma forma de hegemonia, porque tem privilégios de brancos. Para o jornalista e pesquisador independente Richard Seymour, essas explicações são insuficientes. Continue lendo “A hegemonia da raça: de Gramsci a Lacan”

Sobre o fetiche

Por Richard Seymour, via Leninology, traduzido por Elaine Pinto

O jardim das delícias virtuais que chamamos de internet é uma fábrica ampliada no espaço e no tempo. Olhar é trabalhoso, e o valor do que quer que seja visto é apenas a forma fetichizada de todos os olhares, ou inspeções persistentes, que a imagem atrai. O capital postula que a observação é trabalho e transforma a busca por tempo em tempo cibernético socialmente necessário. Ele liga a percepção à produção, orquestrando a extração do trabalho sensual. Continue lendo “Sobre o fetiche”

Da linguagem ao ato: uma nova perspectiva sobre a violência

Por Camila Koenigstein

Auchwitz inaugurou um novo rumo para a violência, pois tudo indica que o seu horror se tornou uma espécie de ficção para as gerações seguintes. Assim, o horror que vemos hoje diariamente, não encontra relação com o horror do passado. Será que o humano busca cada vez mais expor, falar, digerir a violência para buscar uma forma de registrar de fato o que é o horror? Ou o horror já nos constitui como sujeitos? Continue lendo “Da linguagem ao ato: uma nova perspectiva sobre a violência”

A psicanálise sem édipo: uma antropologia clínica da histeria em Freud e Lacan – Philippe Van Haute & Tomas Geyskens

Por Pedro Ambra[1]

Há psicanálise para além do Complexo de Édipo? Esta é a pergunta que guia as instigantes reflexões de Philippe Van Haute e Tomas Geyskens em “Psicanálise sem Édipo? Uma antropologia clínica da histeria nos trabalhos de Freud e Lacan” (Autêntica).  Continue lendo “A psicanálise sem édipo: uma antropologia clínica da histeria em Freud e Lacan – Philippe Van Haute & Tomas Geyskens”

Entrevista com Alenka Zupančič sobre o livro “What is sex?”

Por Cassandra B. Seltman, via Los Angeles Reviews of books, traduzido por Daniel Alves Teixeira

Alenka Zupančič é professora de filosofia na European Graduate School e na Universidade de Nova Gorica na Eslovênia. Ela é uma estudiosa proeminente na Escola de Psicoanálise de Ljubljana, fundada no final da década de 1970 por Slavoj Žižek, Mladen Dolar e outros, que reúne o marxismo, o idealismo alemão e a psicanálise lacaniana, a fim de facilitar – de forma muito parecida com um analista – um modo de “ouvir” os fenômenos socioculturais. Os membros da escola desdobram a teoria linguística para lançar luz (e sombras) sobre a história, a política, a arte, a literatura e o cinema. Continue lendo “Entrevista com Alenka Zupančič sobre o livro “What is sex?””

O fim

Por Alenka Zupančič, via Provocation Books, traduzido por Daniel Alves Teixeira

Uma maneira de abordar algumas das importantes questões importantes em jogo no livro de Frank Ruda “Abolishing Freedom” seria fazer a pergunta da relação entre repetição e fim. A repetição é uma noção filosófica vasta e complexa; é também um dos “quatro conceitos fundamentais da psicanálise”, Continue lendo “O fim”

O sexual é político

Por Slavoj Žižek, via The Philosophical Salon, traduzido por Germano Nogueira Prado, membro do Círculo de Estudos da Ideia e da Ideologia

As portas de banheiro segregadas estão hoje no centro de uma grande luta legal e ideológica. Em 29 de março de 2016, um grupo de 80 executivos com negócios estabelecidos predominantemente no Vale do Silício, encabeçados pelo CEO do Facebook Continue lendo…

Sexo, ontologia e subjetividade

Por Randall Terada, via Mariborchan, traduzido por Daniel Alves Teixeira

A teórica psicanalítica e filósofa Alenka Zupančič visitou Toronto em abril de 2014 para dar uma palestra sobre sexualidade, ontologia, e o inconsciente. Junto com Slavoj Žižek e Mladen Dolar, Zupančič temestado na vanguarda de uma onda política de teoria psicanalítica infundida com filosofia, baseada no trabalho do psicanalista francês Jacques Lacan. Continue lendo “Sexo, ontologia e subjetividade”

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