Comunicação e avanço conservador: um debate necessário

Por Arthur Moura, cineasta, graduado em História pela UFF, mestre em educação pela UERJ – FFP.

Resolvi escrever este texto como forma de organizar as minhas ideias ou simplesmente um conjunto de reflexões que são necessários para que possamos compreender a conjuntura atual do país. É preciso pensar a construção de uma comunicação organizada que se paute pelo enfrentamento direto contra a ofensiva da direita e de todo o seu programa, do contrário o conjunto das esquerdas estará fadada ao fracasso.  Continue lendo “Comunicação e avanço conservador: um debate necessário”

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Uma conversa sobre Bolsonaro

Por Douglas Rodrigues Barros[1]

A conversa a seguir é verídica. Trata-se de um diálogo travado entre duas posições antagônicas e só possível de serem compartilhadas graças ao laço de amizade que une amigos de infância. Os personagens cresceram praticamente juntos, mas pelos revezes da vida se separaram. Anos depois, com a invenção de um aplicativo que passou a mediar a vida do mundo inteiro, retomaram a amizade.

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Gramsci sobre a legalidade

Por Antonio Gramsci, em Socialismo e Fascimo. L’Ordine Nuovo 1921-1922, via Capitalismo em desencanto. Imagem via AsymptoticWay.

Sem qualquer ilusão na democracia formal, que alguns de seus intérpretes parecem ter, Gramsci critica duramente a esquerda que se permite enganar com as garantias legais do estado burguês. O texto que segue, publicado originalmente sob o título “Legalidade”, é de extrema atualidade para o estudo da teoria marxista do direito e do Estado.

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A repetição da História

Por Kojin Karatani, traduzido por Daniel Fabre.

Kojin Karatani é um critico literário e pensador japonês contemporâneo, autor de Transcrítica, obra em faz uma leitura original de Kant através de Marx e de Marx através de Kant. Seu trabalho ganhou visibilidade após Slavoj Zizek tomar por empréstimo seu conceito de “visão em paralaxe” – inclusive como título de seu próprio livro.

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Documentário – A Batalha do Chile

Por Gabriel Landi Fazzio.

11 de setembro de 1973: após três horas de luta e bombardeio aéreo ao Palácio de La Moneda, sede do governo chileno, os militares golpistas tomam o poder, interrompendo o processo de efervescência social que aceleradamente se radicalizava e aprofundava, assassinando o presidente Salvador Allende e iniciando o que viria a ser a primeira experiência do neoliberalismo em terras latino-americanas.

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