Etiqueta: Socialismo

Gramsci, herdeiro de Lenin: o problema da relação entre teoria e paixão

Por Eduardo Granja Coutinho* E o incêndio revolucionário se propaga, incendeia novos corações e cérebros, transformando-os em tochas ardentes de nova luz, de novas chamas. [antonio gramsci]  Sabe-se que a Revolução Russa marcou profundamente a prática e a teoria  revolucionária nos anos que se seguiram à Primeira Guerra Mundial. Ao  mesmo tempo em que galvanizou a paixão insurgente das

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A História está em aberto

Por Silvane Ortiz, via Seminário Crítica do Direito e Subjetividade Jurídica Esse é o sentimento que fica após o acompanhamento do seminário organizado pelo grupo de pesquisa “Crítica do Direito e Subjetividade Jurídica”, da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, sob a orientação do Professor Alysson Mascaro. Mesmo sabendo que a História é

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Entre escravidão e liberdade: o paradoxo entrelaçado do Liberalismo

Por Domenico Losurdo traduzido por Eros Viana via International Socialist Review, edição 84, título original “The tangled paradox of liberalism: Between liberty and slavery”. Disponível em: IS Review O escrito a seguir, como diz o próprio autor, é uma breve introdução ao livro Contra-História do Liberalismo (2006), traduzido magistralmente e publicado no Brasil pela editora

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Possibilismo e oportunismo, por Rosa Luxemburgo

Por Rosa Luxemburgo, via LavraPalavra, traduzido por Gabriel Landi Fazzio. Publicado no nº 227 da Sächsische Arbeiterzeitung (“Gazeta operária da Saxônia”), em 30 de setembro de 1898. Parte do livro A outra Rosa. Como se sabe, o camarada Heine escreveu uma brochura para o congresso do partido intitulada Votar ou não votar?, [1] na qual

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Sobre Georges Danton

Por François-Alphonse Aulard. Traduzido por Asturig Emil von München, via Scientific Socialism “Ora, a insurreição é uma arte, exatamente como a guerra ou qualquer outro tipo de arte. A insurreição submete-se a certas regras cuja inobservância conduz à ruína da parte que é por ela responsável. Essas regras – conclusões lógicas, extraídas da essência das partes e das

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Deixar Mark Fisher ir. Sobre fantasmas, nostalgia e luto.

Por Pepe Tesoro. Traduzido por Reginaldo Gomes. Quatro anos após sua morte, a figura de Mark Fisher se vê ameaçada por uma situação paradoxal. Por um lado, grande parte de sua obra inspira o combate à vã nostalgia da esquerda e à mistificação inoperante de suas estratégias tradicionais, e encoraja o projeto emancipador a se

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