A risada do Coringa: cinismo e dissociação na cultura

Por Phillipe Augusto Carvalho Campos

A essa altura já devem ter saído um milhar de análises sobre o filme do Coringa. Me proponho aqui a oferecer mais uma. O Coringa, especificamente, sua risada, talvez seja o índice de um fenômeno recorrente nesse nosso tempo – o cinismo. E, podemos ver fenômenos análogos à risada do vilão operado desde o funk Open The Tcheca à derrota que sofremos de 7 a 1 para a Alemanha. Continue lendo “A risada do Coringa: cinismo e dissociação na cultura”

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Quem tem medo de James Bond?

Por Ignácio Martín Baró, via UCA, traduzido por Alexsander Grem

Medo, ao que se ter medo, não há nada o que ter medo de James Bond. A razão é sensibilíssima: James Bond está morto. Ao menos, li isso há uns dias, não recordo em que revista: Connery-Bond, no final do seu último filme, cai morto. E aqui está. Morreu Bond, como morreu há alguns anos Sherlock Holmes, e cremos que não ressuscitará, como no caso do famoso detetive britânico. Continue lendo “Quem tem medo de James Bond?”

20 Anos da morte de Chico Science

Por Frederico Lyra de Carvalho

A ideia deste artigo é menos falar sobre as novidades musicais que Chico Science, junto com a Nação Zumbi, trouxe à música não apenas pernambucana, mas brasileira, ou da marca e abertura que deixou como herança para os criadores musicais que lhe seguiram (mas também, negativamente, para os que não o quiseram seguir),ou ainda daquela memória ainda viva daquela segunda-feira 03 de fevereiro em um longínquo 1997, Continue lendo…

O futuro em dois tempos

Por Alex Barbosa Paula, membro do Círculo de Estudos da Ideia e da Ideologia 

O livro “Fundação”, de Isaac Asimov, um famoso escritor de ficção cientifica da década de 50, conta a historia de uma humanidade que há muito saiu da Terra e através de milhões de anos se espalhou por toda galáxia, se unificando em um único império composto de um quintilhão Continue lendo…

Por uma escuta e música Comunista

Por Frederico Lyra de Carvalho via Analytica

Neste artigo discutimos as possibilidades da escuta e de uma música comunista. Contra o que chamamos de paradigma da escuta condominial, defenderemos a tese de que a escuta deve ser intrinsecamente dialética na sua relação entre indivíduo e coletivo. Em seguida sugeriremos o que seria esta música comunista e como ela pode nos aparecer.

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A pobreza em Dostoiévski

Por Eduardo Henrique Nascimento Silva

Escrever um romance social em uma Rússia dominada pelo despotismo czarista, século XIX, não levou Dostoiévski ao título de pioneiro; mas escrever um romance social em que abordasse profundamente as lamentações e desgraças dos pobres Continue lendo…

Gramsci contra o “marxismo cultural”

Por Gabriel Landi Fazzio, imagem via AsymptoticWay

A prisão de Antonio Gramsci, em 8 de novembro de 1926, marca a escalada da repressão fascista, após o terceiro atentado contra Mussolini. O comunista foi sentenciado a cinco anos de confinamento e, no ano seguinte, a 20 anos de prisão em Turi. Em 1934, já bastante doente, foi libertado condicionalmente para tratar-se. Morreu em Roma, três anos depois, aos 46 anos. Em seu julgamento, o promotor teria afirmado que “é preciso impedir este cérebro de pensar por vinte anos”. Continue lendo…

O capitalismo? Uma religião. O homem? um animal “sem propósito”. A lei? Demasiado presente.

Por Juliette Cerf, via Telerama.fr, traduzido por Daniel Fabre.

A filosofia do italiano Giorgio Agamben atravessa disciplinas, tradições e tópicos, para desenvolver questões políticas e filosóficas com base na crítica. Movendo-se da religião, lei e língua para capitalismo, trabalho, soberania e crise econômica, seu pensamento joga novas luzes sobre a condição humana contemporânea. Esta entrevista, sua mais recente, também não é exceção. Continue lendo…

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