Quem tem medo de James Bond?

Por Ignácio Martín Baró, via UCA, traduzido por Alexsander Grem

Medo, ao que se ter medo, não há nada o que ter medo de James Bond. A razão é sensibilíssima: James Bond está morto. Ao menos, li isso há uns dias, não recordo em que revista: Connery-Bond, no final do seu último filme, cai morto. E aqui está. Morreu Bond, como morreu há alguns anos Sherlock Holmes, e cremos que não ressuscitará, como no caso do famoso detetive britânico. Continue lendo “Quem tem medo de James Bond?”

Jordan Peterson e o misticismo fascista

Por Pankaj Mishra, via The New York Review of Books, traduzido por Aukai Leisner

“Os homens tem que endurecer,” escreve Jordan B. Peterson em 12 Regras Para a Vida: Um antídoto para o Caos, “Outros homens exigem-no, e as mulheres o querem.” Assim, a primeira regra é “Ande ereto e com os ombros para trás” e não se esqueça de “limpar seu quarto.”  Continue lendo “Jordan Peterson e o misticismo fascista”

20 Anos da morte de Chico Science

Por Frederico Lyra de Carvalho

A ideia deste artigo é menos falar sobre as novidades musicais que Chico Science, junto com a Nação Zumbi, trouxe à música não apenas pernambucana, mas brasileira, ou da marca e abertura que deixou como herança para os criadores musicais que lhe seguiram (mas também, negativamente, para os que não o quiseram seguir),ou ainda daquela memória ainda viva daquela segunda-feira 03 de fevereiro em um longínquo 1997, Continue lendo…

O futuro em dois tempos

Por Alex Barbosa Paula, membro do Círculo de Estudos da Ideia e da Ideologia 

O livro “Fundação”, de Isaac Asimov, um famoso escritor de ficção cientifica da década de 50, conta a historia de uma humanidade que há muito saiu da Terra e através de milhões de anos se espalhou por toda galáxia, se unificando em um único império composto de um quintilhão Continue lendo…

Por uma escuta e música Comunista

Por Frederico Lyra de Carvalho via Analytica

Neste artigo discutimos as possibilidades da escuta e de uma música comunista. Contra o que chamamos de paradigma da escuta condominial, defenderemos a tese de que a escuta deve ser intrinsecamente dialética na sua relação entre indivíduo e coletivo. Em seguida sugeriremos o que seria esta música comunista e como ela pode nos aparecer.

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