Um Deus em que podemos acreditar

Por Todd Mcgowan, traduzido por Cassandra Véras.

Trecho extraído do livro Capitalism and desire: the psychic cost of free markets (Capitalismo e desejo: os custos psíquicos do livre mercado). Continue lendo “Um Deus em que podemos acreditar”

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Preconceito linguístico: a torre de Babel do capitalismo tardio

Por Anielson Ribeiro

Porquanto o meio social está impregnado de preconceitos, a linguagem, sendo reflexo da cultura da sociedade, não escapa a esse logro. Por uma questão de adaptação às normas sociais vigentes, todos os grupos buscam convergir para a linguagem das classes mais privilegiadas, pois, para o grosso da massa, a linguagem é uma maneira de evidenciar categoricamente a classe do indivíduo. Continue lendo “Preconceito linguístico: a torre de Babel do capitalismo tardio”

Luta de classes, crise ideológica e saúde mental dos trabalhadores

Por Gilson Lima [i]

O adoecimento, o sofrimento e a dor, física e mental, fora os “acidentes” e “tragédias”, acompanham a história dos trabalhadores. São inclusive um indício de sua posição de classe explorada e oprimida. “A miséria, a insegurança, o excesso de trabalho e o seu caráter forçado destroem o corpo e o espírito do operário” dizia Engels, em meados do século XIX, em seu clássico “A situação da classe trabalhadora na Inglaterra”. Continue lendo “Luta de classes, crise ideológica e saúde mental dos trabalhadores”

Por que as pessoas acham Jordan Peterson tão convincente? Porque a esquerda não tem sua própria casa em ordem

Por Slavoj Žižek, via The Independent, traduzido por Thiago Marques

O psicólogo clínico canadense e professor universitário se tornou imensamente popular por suas visões de ‘anti-PC’ (anti-politicamente correto) e é adorado por muitos no alt-right. Ele é sedutor por uma série de razões, a maioria delas ligada as pessoas de esquerda às quais ele se opõe. Continue lendo “Por que as pessoas acham Jordan Peterson tão convincente? Porque a esquerda não tem sua própria casa em ordem”

Star trek e além: a imaginação colonizada pelo capital

Por Philippe Augusto Carvalho Campos.

A ideia do trabalho é apresentar dois conceitos de um autor americano, o Frederic Jameson, e daí vou fazer uma breve análise da série Star Trek à luz desses conceitos e depois eu vou dar uma varrida sobre o que veio depois do Star Trek, também, tendo como filtro esses conceitos. O primeiro deles é o de ideologema. Continue lendo “Star trek e além: a imaginação colonizada pelo capital”

A Realidade de Ernst Lubitsch

Por Slavoj Žižek, via The Philosophical Salon, traduzido por traduzido por Oleg Savitskii e Anna Savitskaia.

Theodor Adorno inverteu a condescendente pergunta historicista de Benedetto Croce sobre “o que está morto e o que está vivo na dialética de Hegel.” Se Hegel está realmente vivo enquanto pensador, a pergunta, portanto, a ser feita hoje é a oposta: “Como é que ficamos NÓS, HOJE, aos olhos de Hegel?” Exatamente o mesmo vale para Ernst Lubitsch.  Continue lendo “A Realidade de Ernst Lubitsch”

Althusser e história: ensaio de diálogo com Pierre Vilar

Traduzido por Danilo Enrico Martuscelli [1]

Em Ler O Capital, Althusser preparou o cenário para uma ampla discussão sobre o tempo histórico. Em um artigo de 1973 publicado nos Annales, o grande historiador comunista da Catalunha moderna, Pierre Vilar, respondeu brilhantemente as exigências althusserianas: como pensar a pluralidade dos tempos históricos e sua articulação? Como combinar a análise empírica com o conceito de modo de produção?  Continue lendo “Althusser e história: ensaio de diálogo com Pierre Vilar”

Crônicas de Dom Quixote e Sancho Pança – a acumulação capitalista e o direito à propriedade em Marx

Por Alexandre Pimenta

“Todos os economistas, tão logo discutem a relação existente entre capital e trabalho assalariado, entre lucro e salário, e demonstram ao trabalhador que ele não tem nenhum direito a participar das oportunidades do lucro, enfim, desejam tranquilizá-lo sobre seu papel subordinado perante o capitalista, Continue lendo “Crônicas de Dom Quixote e Sancho Pança – a acumulação capitalista e o direito à propriedade em Marx”

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