O Senhor e Escravo no sofá

Por Mladen Dolar, via Theoryleaks, traduzido por Daniel Alves Teixeira

Talvez não haja outra passagem na história da filosofia que tenha encontrado um delírio de interpretações e tanto escrutínio como o par de páginas em que Hegel lida com a dialética do senhor e do escravo. Continue lendo “O Senhor e Escravo no sofá”

Reflexão como retroatividade: notas sobre a filosofia de Hegel pelas lentes de Slavoj Zizek

Por Ramon Oliveira da Silva Leite[1] e Wellington Lima Amorim[2]

O presente artigo busca interpretar as razões pelas quais o filósofo esloveno Slavoj Žižek, em seu resgate da filosofia hegeliana, utiliza o conceito de retroatividade como ponto central de sua reinterpretação de Hegel.  Continue lendo “Reflexão como retroatividade: notas sobre a filosofia de Hegel pelas lentes de Slavoj Zizek”

Trinta maneiras de facilmente reconhecer um velho marxista

Por Georges Peyrol (a.k.a. Alain Badiou), traduzido por Rodrigo Gonsalves

Georges Peyrol foi publicado pela primeira vez em 1983, “30 moyens de reconnaître à coup sûr un vieux-marxiste” em Le Perroquet 29-30 (1983), pp. 5-6 e mais recentemente resgatado e traduzido por Alberto Toscano e Nina Power para o Journal for Images and Politics (2006) – Prelom n.08. No entanto, é na obra ‘Living in the End of Times’ (Vivendo no fim dos Tempos) de Slavoj Žižek (p.461) que encontramos para além do resgate da crítica de George Peyrol ao velho marxista (dado os traços apontados, possivelmente seu ex-orientador Louis Althusser), a apreciação de Frank Ruda que em sua tradução da obra de Badiou “Peut-on pense la politique?” nos informa que este se trata de um pseudônimo usado por Alain Badiou. Continue lendo “Trinta maneiras de facilmente reconhecer um velho marxista”

As colunas da ordem e da desordem: brevíssimo ensaio sobre a insatisfação na lírica

Por Otávio Moraes

O crítico literário Helder Macedo assevera em um de seus ensaios que “(…) toda linguagem é feita de passados e não de futuros”[1]. Tal assertiva carrega implicações interessantes, principalmente para discutir a linguagem estetizada em forma de lírica. Continue lendo “As colunas da ordem e da desordem: brevíssimo ensaio sobre a insatisfação na lírica”

Alienação e Proletariado: da perda à subjetividade, uma leitura do poema “Quando e por que nascemos” de Mauro Iasi.

Por Daniel Alves Teixeira, membro do Círculo de Estudos da Ideia e da Ideologia.

Recentemente, em um evento organizado pelo PCB de São Paulo, tive a oportunidade de conhecer um poema de autoria de Mauro Iasi, lido por uma das camaradas presentes no encontro. Ouvindo o poema me Continue lendo “Alienação e Proletariado: da perda à subjetividade, uma leitura do poema “Quando e por que nascemos” de Mauro Iasi.”

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