O Fascismo Alemão e Hegel

Por Georg Lukács, originalmente em Schicksalswende, [Pontos de virada do destino] Aufbau Verlag, Berlin, 1956, traduzido por Marie Farines

Esse texto é tradução do ensaio de Georg Lukács: Der deutsche Faschismus und Hegel (1943). Ele ocupa as páginas 29 à 49 da coletânea: Georg Lukács, Schicksalswende, [Pontos de virada do destino] Aufbau Verlag, Berlin, 1956. Essa edição se caracteriza pela ausência completa de notas e de referências nos trechos citados. Todas as notas são, portanto, do tradutor [da edição francesa, Jean-Pierre Morbois]. Continue lendo “O Fascismo Alemão e Hegel”

Qual é a diferença entre Hegel e Marx?

Por Andy Blunden, via Ethical Politics, traduzido por João Narciso

Durante meus estudos acerca de lógica em Hegel cheguei até os textos de Andy Blunden que me abriram um novo horizonte teórico; a forma como ele trata temas complexos e, também, por ser da área de ciências exatas como eu, me aproximaram bastante da sua linguagem e pensamento. No mais, resolvi traduzir este texto em específico pois creio que seja uma leitura de introdução à Hegel interessante para quem já atua em movimentos sociais e luta objetivamente por mudanças aqui no Brasil. Continue lendo “Qual é a diferença entre Hegel e Marx?”

Ler Asad Haider. O Althusserianismo e o debate das opressões, notas para uma pesquisa

Por João Pedro Luques

A preocupação sobre a relação entre filosofia e outras práticas é um elemento central no pensamento de Louis Althusser. Para ele, tanto a prática científica como a prática política fornecem elementos fundamentais para o pensamento filosófico. Seja para seu desenvolvimento, seja para seu atrofiamento. Continue lendo “Ler Asad Haider. O Althusserianismo e o debate das opressões, notas para uma pesquisa”

Com Lênin contra Hegel? ‘Materialismo e Empirocriticismo’ e as mutações do marxismo ocidental

Por Alberto Toscano, via Historical Materialism, traduzido por João Victor Oliveira

Neste artigo, Alberto Toscano considera três textos que nos permitem explorar o lugar que uma recuperação e reinterpretação do ‘Materialismo e Empirocriticismo’ de Lênin ocupou na definição da agenda da filosofia marxista européia após a crise de 1956. Continue lendo “Com Lênin contra Hegel? ‘Materialismo e Empirocriticismo’ e as mutações do marxismo ocidental”

O que significa ser militante?

Aqui há uma profunda lição hegeliana: o que fica acentuado no palco trágico da vida é que o abismo existente, aquilo que nos separa e nos distancia do Outro, aquela ilusão que temos a respeito de uma pessoa que supostamente se encaixa naquilo que acreditamos, aquilo que me separa de você e do mundo, quando observado… (Inaudível no áudio), quando descubro que nada do que acredito ser, é aquilo que eu acredito ser, essa descoberta, para muitos dolorosa, se constitui como verdade. É a negação daquilo que acreditamos ser, o que constitui o que somos – como deixa evidente as lições de Fanon. E para nos projetarmos nessa negação é preciso negar aquilo que nos nega, ou seja, tornar indiferente as diferenças que me separam do outro, apreendendo-as na sua efetividade… Continue lendo “O que significa ser militante?”

Reflexão como retroatividade: notas sobre a filosofia de Hegel pelas lentes de Slavoj Zizek

Por Ramon Oliveira da Silva Leite[1] e Wellington Lima Amorim[2]

O presente artigo busca interpretar as razões pelas quais o filósofo esloveno Slavoj Žižek, em seu resgate da filosofia hegeliana, utiliza o conceito de retroatividade como ponto central de sua reinterpretação de Hegel.  Continue lendo “Reflexão como retroatividade: notas sobre a filosofia de Hegel pelas lentes de Slavoj Zizek”

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