Etiqueta: Hegel

Badiou e Hegel: Infinito, dialética, subjetividade

Por Adrian Johnston, via Philosophical Reviews, traduzido por Daniel Alves Teixeira Esta é a tradução de uma resenha escrita por Adrian Johnston para o livro organizado por Jim Vernon e Antonio Calignano em que são discutidas, em diversas vertentes e formas de abordagem, as possíveis aproximações

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O humor na dialética hegeliana

Por Bertolt Brecht, traduzido pelo CEII. Brecht nasceu no dia 10 de fevereiro de 1898, e produziu vasta obra teatral e poética, em profunda conexão com as formulações teóricas do materialismo histórico. Abaixo está transcrito trecho do capítulo 11 de “Conversações de Refugiados”,

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O morto-vivo, nova figura metafórica da intelectualidade progressista

Entrevista realizada por Nicolas Dutent, via L’Humanité, traduzido por Fred Lyra, mestre em música pela Sorbonne e membro do Círculo de Estudos da Ideia e da Ideologia. Em “Menos que Nada”, uma obra importante crivada de referencias teóricas, literárias e artísticas, o filosofo e psicanalista Slavoj Žižek dialoga pacientemente com a obra de Georg Wihelm Friedrich Hegel.

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Slavoj Žižek: “O século XXI será o de Hegel”

Por Slavoj Žižek, via Mariborchan, traduzido por Daniel Alves Teixeira. O derradeiro argumento anti-helegiano é o próprio fato da ruptura pós-helegiana: o que até o mais fanático partidário de Hegel não pode negar é que algo mudou depois de Hegel, que uma nova era do pensamento que começou já não pode ser explicada nos termos

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Antes do Amanhã: Para uma Crítica da Razão Neurobiológica

Por J-C Martin, via Strass de La Philosophie, traduzido por Daniel Alves Teixeira. Em entrevista para J-C Martin, a filosofa Catherine Malabou debate a ideia de “virar a página” da metafísica kantiana – e o que as recentes descobertas neurológicas sobre a formação do cérebro humano podem implicar para a filosofia.

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Hegel e a Queda da Bastilha

Por Harrison Fluss*, via Jacobin Magazine, traduzido por Daniel Alves Teixeira. Em julho de 1820, G.W.F. Hegel e seus estudantes chegaram a Dresden para ver algumas das artes da cidade. O ano não era muito auspicioso para círculos liberais ou revolucionários.

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Catherine Malabou, por um futuro de Hegel

por Daniel Alves Teixeira Catherine Malabou é uma filósofa francesa que ainda não provocou no Brasil as repercussões que seu trabalho merece, talvez em função da falta de traduções de suas obras para o português. Isto porque Malabou empreende uma inovadora leitura de Hegel, principalmente no livro que foi escrito tendo por base a tese

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