O ponto de vista comunista sobre o voto nulo

Por Gabriel Landi Fazzio

A cada dois anos, quando se encerram as apurações eleitorais, surgem uma série de debates entorno do grande número de pessoas que não dão seus votos a nenhum candidato. Em 2014, 27% dos eleitores aptos se abstiveram, anularam ou votaram “branco” – o maior índice desde 1998, quando a soma ficou na casa dos 36%. Nas eleições municipais de 2016 novamente debateu-as o aumento das abstenções (21,84% em São Paulo) e os nulos e brancos (16,64%). Continue lendo…

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Gramsci contra o “marxismo cultural”

Por Gabriel Landi Fazzio, imagem via AsymptoticWay

A prisão de Antonio Gramsci, em 8 de novembro de 1926, marca também o auge da repressão fascista, após o terceiro atentado contra Mussolini. O comunista foi sentenciado a cinco anos de confinamento e, no ano seguinte, a 20 anos de prisão em Turi. Em 1934, já bastante doente, foi libertado condicionalmente para tratar-se. Morreu em Roma, três anos depois, aos 46 anos. Em seu julgamento, o promotor teria afirmado que “é preciso impedir este cérebro de pensar por vinte anos”. Continue lendo…

Breves considerações sobre a situação grega em julho

por Gabriel Landi Fazzio.

13 de julho de 2015 – “Acordo” com Tróia

Em momentos como o presente, de desorientação generalizada, não raramente nos pomos na posição de juízes da história – diante da incerteza de como nos pormos como agentes na história. Como um dos muitos que, prontamente, condenou a “capitulação” do Governo Syriza, venho fazer não apenas uma autocrítica pública (relembrando que é “pueril ingenuidade […] apresentar a própria impaciência como argumento teórico”), mas um chamado à reflexão paciente e solidária.
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