Etiqueta: Crise

A iminência do fim em um Brasil em déjà vu

Por Thales Fonseca* Paz no futuro e glória no passado, exorta o hino pátrio. Se teremos paz no futuro, se sequer teremos futuro, só a história nos dirá. Mas uma coisa é certa: é preciso urgentemente perceber que “glória” está longe de ser o que mais tivemos no passado.

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A crise italiana (1924)

Por Antonio Gramsci, via L’Ordine Nuovo, traduzido por Mario Matos A crise radical do regime capitalista, iniciada na Itália como no mundo todo com a guerra, não foi solucionada pelo fascismo. O fascismo, com seu método repressivo de governar, tornou muito difícil, e mesmo quase totalmente impediu, que se manifestassem na política os efeitos da

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O neoliberalismo não se extingue por decreto – Notas sobre o caso do México

Por Manuel Vega Z., via Revista Rosa, traduzido por Daniel Fabre “Vivemos em um estado neoliberal, com um direito neoliberal e isso não mudou. O neoliberalismo não se foi e ainda está para ser destruído. Se não conseguirmos diferenciar entre a forma política capitalista como a relação social hegemônica que impulsiona a reprodução social do

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O monólogo do vírus

Por autor desconhecido, via lundimatin.am, traduzido por Pedro Pimenta Queridos humanos, parem com os seus ridículos apelos à guerra. Parem de me lançar esses olhares de vingança. Desliguem a aura de terror com que embrulham o meu nome. Nós, os vírus, desde a origem bacteriana do mundo, somos o verdadeiro continuum da vida na Terra.

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A idealização da miséria e o esvaziamento político da violência em Bacurau

Por Rodolpho F. Borges “Mas é claro: os democratas acreditam no toque das trombetas que fez ruir as muralhas de Jericó[1]. E toda vez que se deparam com os muros do despotismo, procuram imitar aquele milagre.”[2] Não podemos cobrar de “Bacurau” uma explicação nem compromisso de expressar a realidade, mas uma alegoria, apesar disso, pode

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Bacurau e a crise brasileira: um convite ao ódio!

Por Vinícius Okada M. M. D’Amico Dos fundos dos vales, emergem os “novos” salvadores da pátria, bradando, triunfantes, que o “novo” marcha a passos largos, enquanto os velhos heróis seguem sepultados. O porém é que para se alterar substancialmente a realidade é preciso conhecer o terreno em que se joga. E, assim, seguem os bons

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