O paradoxo do autônomo

Por Alexandre Pimenta

“Desde quando autônomo tem sindicato?” Caminhoneiro grevista em grupo de WhatsApp[1] Continue lendo “O paradoxo do autônomo”

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Kafkiano: a condenação precede os autos do processo

Por William José da Silva

“O processo penal brasileiro materializou no realismo de Franz Kafka. Ler atentamente uma sentença condenatória é adentrar o campo do realismo esquizofrênico e se deparar com os tormentos do Josef K. n’O processo. Continue lendo “Kafkiano: a condenação precede os autos do processo”

Sobre as eleições presidenciais de 20 de maio na Venezuela

Por Sonia Boueiri, traduzido por Daniel Fabre

Professora venezuelana analisa as eleições presidenciais passadas e aponta as inconsistências do discurso “abstencionista” da oposição. O pleito foi, na verdade, uma grande manifestação por mudanças econômicas e demonstrou que a direita venezuelana perdeu seu “melhor momento eleitoral”. Continue lendo “Sobre as eleições presidenciais de 20 de maio na Venezuela”

Por uma refundação radical da Europa

Por Étienne Balibar, via Verso Books, traduzido por Daniel Alves Teixeira

Desde o início da era moderna até meados do século XX, a Europa impôs seu domínio sobre todo o planeta. Foi disso que ela tirou a sua riqueza, e foi assim que ela colocou as bases da sua civilização. Mas a Europa é hoje “provincializada”, ou mais precisamente, ela tomou um lugar na semi-periferia da economia e da história mundial.  Continue lendo “Por uma refundação radical da Europa”

Navegando Marx na era de Trump

Entrevista de David Harvey por Davis Richardson, via Observer, traduzido por Daniel Alves Teixeira

Este outono marca o 150º aniversário da publicação do Capital de Karl Marx. Em sua série inovadora, Marx definiu de forma célebre o capital como valor em movimento, arquitetando todo um campo de estudo para a compreensão da economia, das relações sociais e das instituições que estruturam a desigualdade maciça. Continue lendo “Navegando Marx na era de Trump”

Política à sombra de titãs: o caso dos candidatos inseguros e sem personalidade

Por Marconi Severo, texto publicado originalmente via Pragmatismo Político e encaminhado pelo autor para publicação neste blog.

A forma como alguns candidatos político-partidários fazem sua campanha e tentam conquistar o apoio do eleitorado é a mais diversa possível. Ela abrange todos os níveis e contextos: do caráter sério e responsável, passando pela comédia e histeria, até o nível abjeto e finório, que visa aproveitar tanto a beleza física como a fama esportiva (mesmo que os candidatos sequer saibam que concorrem a cargos políticos que podem mudar a vida de muitos brasileiros).  Continue lendo “Política à sombra de titãs: o caso dos candidatos inseguros e sem personalidade”

Sobre mortos que insistem em não morrer: o fantasma da história atormenta o capitalismo

Por Heribaldo Maia

Esse texto não busca o rigor acadêmico-científico. Se trata de reflexões que dialogam com a ideia de “fim da história” de Francis Fukuyama. Nesse sentido, o mais importante não é o caráter afirmativo do texto, esse é, na verdade, o mais irrelevante do elementos.  Continue lendo “Sobre mortos que insistem em não morrer: o fantasma da história atormenta o capitalismo”

Comunicação e avanço conservador: um debate necessário

Por Arthur Moura, cineasta, graduado em História pela UFF, mestre em educação pela UERJ – FFP.

Resolvi escrever este texto como forma de organizar as minhas ideias ou simplesmente um conjunto de reflexões que são necessários para que possamos compreender a conjuntura atual do país. É preciso pensar a construção de uma comunicação organizada que se paute pelo enfrentamento direto contra a ofensiva da direita e de todo o seu programa, do contrário o conjunto das esquerdas estará fadada ao fracasso.  Continue lendo “Comunicação e avanço conservador: um debate necessário”

O problema da revolução na Venezuela é que ela não foi longe o suficiente

Por Slavoj  Žižek, via Independent, traduzido por Rodrigo Gonsalves.

No início da década de 1970, em uma nota à CIA que os informava sobre como prejudicar o governo chileno democraticamente eleito de Salvador Allende, Henry Kissinger escreveu de maneira sucinta: “Faça a economia gritar”. Continue lendo “O problema da revolução na Venezuela é que ela não foi longe o suficiente”

No olho do furacão: a juventude brasileira diante da crise

Por Alexandre Pimenta

A crise brasileira tem concretizado uma verdadeira ofensiva das classes dominantes, em todas as frentes, para ampliação e aprofundamento da exploração e controle das massas trabalhadoras. Ora, uma “saída” da crise passa, necessariamente, pela retomada das condições de acumulação do capital, que exigem a reprodução das relações de produção capitalista em outro patamar e sob outras coordenadas político-ideológicas, ainda em germinação.

Continue lendo “No olho do furacão: a juventude brasileira diante da crise”

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