Sobre mortos que insistem em não morrer: o fantasma da história atormenta o capitalismo

Por Heribaldo Maia

Esse texto não busca o rigor acadêmico-científico. Se trata de reflexões que dialogam com a ideia de “fim da história” de Francis Fukuyama. Nesse sentido, o mais importante não é o caráter afirmativo do texto, esse é, na verdade, o mais irrelevante do elementos.  Continue lendo “Sobre mortos que insistem em não morrer: o fantasma da história atormenta o capitalismo”

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Arte como desvão dialético entre o homem e a História – Considerações sobre o filme “Only Lovers Left Alive” de Jim Jarmusch

Por Marcia Fontes, Mestre em filosofia pela UNICAMP e professora no IFS

Como toda obra alegórica, Only Lovers Left Alive (2014) de Jim Jarmusch é uma obra aberta em sua potência e significados. O diretor se apropria da temática de filme de vampiro muito mais pela ideia de como estes seres podem representar o espelho de nossa condição do que propriamente para mergulhar num específico cinema de gênero.  Continue lendo “Arte como desvão dialético entre o homem e a História – Considerações sobre o filme “Only Lovers Left Alive” de Jim Jarmusch”

A “economia política” do ensino de História: a batalha no presente pelo futuro

Por Mylena Cristina da Silva Lima

O ensino de História é um produto cotidiano de disputas não somente pelo passado, mas principalmente pelo futuro. Forjado além de planos pedagógicos ou discussões institucionais, o espaço escolar carrega a função de socializar de acordo signos construídos em meios às contradições de disputas que transpassam nossa estrutura de organização social e o ensino de História, talvez, seja a disciplina mais afetada por esse campo de batalha. Continue lendo…

A “proletarização” do PCB: pequena crônica de um golpe burocrático (1930-1934)

Por Alvaro Bianchi, via Blog Junho.

No final dos anos 1920 o jovem Partido Comunista do Brasil (PCB) começava a romper seu isolamento político. O percurso não havia deixado de ser acidentado. A direção do partido era inexperiente, tinha agudos traços burocráticos e uma forte tendência ao alinhamento automático com a fração stalinista na Internacional Comunista. Continue lendo…

Velhices

Por Antonio Gramsci*.

Em 1915, em Turim, Gramsci adere ao socialismo e passa a escrever em jornais como o Avanti!, órgão oficial do Partido Socialista. Seus escritos em tal veículo e em outros, como o L’Ordine Nuovo, que ele próprio fundaria em 1919, Continue lendo…

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