Ética e história nos escritos de Maria Lacerda de Moura

Por Daniel Santos da Silva

Os movimentos de Maria Lacerda de Moura seguiam-se rapidamente – de seu livro publicado em 1918, Em torno da educação, já se veem ressalvas na obra seguinte, um ano após, chamada Renovação. Se os dias então corriam depressa, não é qualquer olhar que captaria sutilezas de seus trajetos em consonância com a experiência própria, a qual desde cedo fora engajada com a prática e a reflexão da educação. 

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As verdadeiras lições do levante de 1956 na Hungria

Por Jon Britton, via Liberation School, traduzido por Bruno Santana

As raízes da rebelião pode ser remontada ao modo como o capitalismo se enraizou na Hungria após a Segunda Guerra Mundial. Enquanto a derrota da Alemanha nazista abriu as portas para um número de revoluções vitoriosas lideradas pelos movimentos comunistas no leste europeu, como na Iugoslávia, Albânia e Checoslováquia, os movimentos da classe trabalhadora na Hungria e em outros países do leste europeu foram fracos. O capitalismo foi abolido em primeira instância por causa do Exército Vermelho soviético. Continue lendo “As verdadeiras lições do levante de 1956 na Hungria”

Sobre mortos que insistem em não morrer: o fantasma da história atormenta o capitalismo

Por Heribaldo Maia

Esse texto não busca o rigor acadêmico-científico. Se trata de reflexões que dialogam com a ideia de “fim da história” de Francis Fukuyama. Nesse sentido, o mais importante não é o caráter afirmativo do texto, esse é, na verdade, o mais irrelevante do elementos.  Continue lendo “Sobre mortos que insistem em não morrer: o fantasma da história atormenta o capitalismo”

Arte como desvão dialético entre o homem e a História – Considerações sobre o filme “Only Lovers Left Alive” de Jim Jarmusch

Por Marcia Fontes, Mestre em filosofia pela UNICAMP e professora no IFS

Como toda obra alegórica, Only Lovers Left Alive (2014) de Jim Jarmusch é uma obra aberta em sua potência e significados. O diretor se apropria da temática de filme de vampiro muito mais pela ideia de como estes seres podem representar o espelho de nossa condição do que propriamente para mergulhar num específico cinema de gênero.  Continue lendo “Arte como desvão dialético entre o homem e a História – Considerações sobre o filme “Only Lovers Left Alive” de Jim Jarmusch”

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