O método da economia política

Por Karl Marx, via Crítica Marxista, traduzido por Fausto Castilho

O presente texto, que constitui o terceiro dos quatro tópicos da “Introdução à crítica da economia política” (1857), oferece uma das mais aprofundadas sínteses de Karl Marx sobre o método do materialismo dialético – e merece estudo cuidadoso.

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De “História e consciência de classe” a “Dialética do esclarecimento”, e de volta

Por Slavoj Žižek, via Scielo, traduzido por  Bernardo Ricupero

História e consciência de classe (1923), de Georg Lukács, é um dos poucos verdadeiros eventos na história do marxismo. Hoje, nossa experiência do livro é apenas como de uma estranha lembrança fornecida por uma época já distante – para nós, é até mesmo difícil imaginar o impacto verdadeiramente traumático que seu aparecimento teve nas posteriores gerações de marxistas. Continue lendo…

Walter Benjamin e a verdadeira urbanização da hermenêutica

Por Luis Eduardo Gomes do Nascimento, em memória de minha Avó Aurelina, que não conheceu a escrita, mas lia o mundo.

Em debate com Gadamer, Habermas afirmou que o projeto de Gadamer pode ser caracterizado como a urbanização hermenêutica de Heidegger. É verdade que as metáforas de Heidegger originam-se do campo; mas, para além de uma frase simpática lançada num debate harmonioso, tem sentido falar em urbanização da hermenêutica em Gadamer?  Continue lendo “Walter Benjamin e a verdadeira urbanização da hermenêutica”

Arte como desvão dialético entre o homem e a História – Considerações sobre o filme “Only Lovers Left Alive” de Jim Jarmusch

Por Marcia Fontes, Mestre em filosofia pela UNICAMP e professora no IFS

Como toda obra alegórica, Only Lovers Left Alive (2014) de Jim Jarmusch é uma obra aberta em sua potência e significados. O diretor se apropria da temática de filme de vampiro muito mais pela ideia de como estes seres podem representar o espelho de nossa condição do que propriamente para mergulhar num específico cinema de gênero.  Continue lendo “Arte como desvão dialético entre o homem e a História – Considerações sobre o filme “Only Lovers Left Alive” de Jim Jarmusch”

O fascismo da batata: Crítica de Badiou a Deleuze

Por Alain Badiou, via Scribd, traduzido por Matheus Cornely e Daniel Alves Teixeira

Hoje podemos elaborar o balanço – ontológico – mais geral dos anos 60 e 70. No cerne da questão, há a ideia de que o levante de massas de maio de 68 – como revolta popular sem precedentes – aos olhos de seus protagonistas intelectuais, não teria tido uma ossatura de classe tangível e que, por isso, seria concebível como uma insurreição dos múltiplos. Continue lendo “O fascismo da batata: Crítica de Badiou a Deleuze”

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