Cidades Rebeldes, Resistência Urbana e Capitalismo

Por Vincent Emanuele, via Counter Punch, traduzida por Ramon Frias

Vincent Emanuele, jornalista da TeleSur, entrevista o famoso geografo David Harvey sobre seu novo livro e temas como urbanismo, marxismo e os recentes desdobramentos do capitalismo global. Continue lendo “Cidades Rebeldes, Resistência Urbana e Capitalismo”

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A questão é a do socialismo

Por José Saramago

O presente excerto foi escrito por Saramago em Fevereiro de 1976, dois anos depois da Revolução dos Cravos, em um Portugal que vivia o “dia seguinte” de uma revolução triunfante. Por isso expõe as tensões políticas próprias daquela época no país ibérico. Continue lendo…

A recusa do Partido Comunista Grego em participar em um governo burguês

Por Aleka Papariga, via Communist Review 2013, 2 (revista teórica do KKE), traduzido do grego por In Defense Of Greek Workers, traduzido ao português por Pelo Antimperialismo, revisado por Gabriel Landi Fazzio

“Depois de cada tal período de participação, os PCs perderam o poder em benefício da social-democracia; eles foram enfraquecidos, precisamente porque eles eram vistos como tendo compartilhado a responsabilidade Continue lendo…

Terrorismo e luta de classes

Por Daniel Bensaïd, via Le site Daniel Bensaïd [1], traduzido por Daniel Alves Teixeira.

Para a burguesia, o terrorismo está na ordem do dia. Willian Brandt apresenta o problema a seu parlamento. Os governantes europeus estão preocupados em Roma. A ONU discutirá, quando da próxima sessão, as medidas a serem tomadas. A agitação diplomática vai em bom caminho, misturando ingenuidade política e frenesi policial. Continue lendo…

Florestan Fernandes: “Marighella atravessou as contradições do partido que deveria ter enfrentado a ditadura revolucionariamente”

Por Florestan Fernandes, publicado na Folha de São Paulo, em 12 de novembro de 1984. Outra sugestão é o texto de José Rosa, ex-militante da ALN, sobre o revolucionário baiano.

O 4 de novembro de 1969 incorporou-se à história graças a um feito policial-militar que culminou na morte de Carlos Marighella. Faz portanto, quinze anos que morreu o principal líder da Ação Libertadora Nacional (ALN), figura política que se tornara conhecida como militante do Partido Comunista Brasileiro (PCB), seu dirigente de cúpula e também seu deputado no Congresso que elaborou a Constituição de 1946. Continue lendo…

Duas cenas da revolução russa nas memórias da jornalista Louise Bryant

Por Louise Bryant, traduzido por Gabriel Landi Fazzio.

Chegando à Rússia em agosto de 1917, a jornalista Louise Bryant pode assistir à revolução de outubro como uma das poucas observadoras estrangeiras com acesso aos quadros do partido bolchevique. Ainda que tenha escrito diversas reportagens, muitas reunidas na obra “Seis meses vermelhos na Rússia”, nunca foi traduzida para o português. Continue lendo…

Classe, Raça e Ideologia

Por Kwame Nkrumah, traduzido por Daniel Fabre.

Kwane Nkrumah foi o grande líder da independência de Ghana e um dos mais influentes pensadores do chamado ‘socialismo africano’. Influenciado pelas ideias de Marcus Garvey, do marxista C.L.R. James, do exilado russo Raya Dunayevskaya e do sino-americano Grace Lee Boggs, Nkrumah desenvolveu sua obra em constante relação com os desenvolvimentos da luta independentista na África.

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A espontaneidade na revolução espanhola

Por Enric Mompó*, via O Olho da História, traduzido por Jorge Nóvoa.

81 anos após a insurreição que estabeleceu a chamada Comuna de Astúrias, um debate sobre a relação entre espontaneismo e organização consciente pode ajudar a entender as raízes de seu fracasso. Tal tipo de análise, iniciada com Marx em seu estudo da Comuna de Paris, permite à esquerda se orientar pelos acertos e erros das experiências do passado.  Continue lendo…

Como vencer uma guerra impossível?

Por Gabriel Landi Fazzio

Vo Nguyen Giap é considerado um dos maiores estrategistas militares da história. Filho de camponeses, Giap nunca teve formação militar acadêmica. Mesmo assim, comandou as forças vietnamitas nas vitórias sobre a França e os EUA. Morreu aos 102 anos, em 4 de outubro de 2013, deixando a lição de que, na luta pela emancipação, as forças populares têm “a energia criativa para alcançar coisas que seus adversários nunca poderiam esperar ou imaginar”. Continue lendo…

Revolução e contrarrevolução em Burkina Faso

Por Gabriel Landi Fazzio

Quase um ano após a revolução que encerrou os 27 anos da ditadura de Blaise Compaoré, o Burkina Faso se aproxima das eleições gerais em outubro. Diz-se que a história só surpreende quem de história nada entende. Os companheiros da Tendência Marxista Internacional já apontavam, em 11 de Setembro de 2015, a crise do regime de transição e o risco de um golpe. Apenas 6 dias depois, as mídias de todo o mundo noticiavam o golpe militar. Em menos de uma semana, no entanto, o governo de transição voltou ao poder, após uma onda de mobilizações em todo o país.

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