Etiqueta: Filosofia

Pensando o Evento

Por Alain Badiou, em Philosophy in the Present, traduzido por Rodrigo Gonsalves A filosofia pode funcionar com base em signos políticos, pode constituir problemas usando signos políticos. Mas isso não significa que possa ser confundida com a própria política. Isso significa que podemos muito facilmente imaginar que, em um dado momento, certas circunstâncias podem ser

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Filosofia e desejo de filosofia

Por Alain Badiou, traduzido por Daniel Alves Teixeira, trata-se do Capítulo 2 do livro Metafísica da Felicidade Real, editora PUF, Paris, 2015. Como muitos leitores o sabem – Rancière e seus amigos deram uma vez esse título a bela revista que eles haviam fundado -, Rimbaud utiliza uma estranha expressão: “as revoltas lógicas”. A filosofia

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Sei que vocês são muitos – 13 teses sobre a política

Por Alain Badiou, traduzido por Diogo Fagundes Estas teses compõem o sumário de uma das duas palestras, dirigidas ao grande número de jovens que se reuniram no Liceu Henri-IV e na École Nationale des Beaux-Arts de Paris para ouvi-lo falar em 2017. Alain Badiou afirma que ainda estamos firmemente enraizados no Neolítico, subjugado pelas estruturas

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Teses para um Prometeísmo Vermelho

Por Isidoro Duquebra “Como fazer as massas amarem a Emancipação? Em tempos de refluxo da política avançada, milhares e milhares se voltam para o misticismo, a fé arrebatada, ou para o fundamentalismo extremo, ultrassangrento (como o Estado Islâmico, ou os neofascismos tupiniquins, de espancar travesti ou clamar pelos militares-torturadores de ontem-hoje). Todos querem uma dose

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Respostas por Alenka Zupančič

Por Alenka Zupančič, via European Journal of Psychoanalysis, traduzido por Daniel Alves Teixeira. Alenka Zupančič é uma filósofa eslovena cujo trabalho se concentra na psicanálise e sua relação com a filosofia continental.

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A Epidemia do Filósofo

Por Marco D’Eramo, via New Left Review, traduzido por Julio d’Avila “Não haverá recuperação. Haverá convulsão social. Teremos violência. Haverão consequências sociais e econômicas: desemprego dramático. Cidadãos sofrerão dramaticamente: alguns morrerão, outros se sentirão muito mal.”

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Direito à preguiça (e ao ócio) – Paul Lafargue

Por José Manuel de Sacadura Rocha Em 1880, Paul Lafargue, publicou no Semanário L’Egalité, o seu DIREITO À PREGUIÇA. Na prisão, em 1883, Lafargue escreveu suas notas ao texto original, com o mesmo brilhantismo e antecipação dos males do trabalho que, ao contrário do que se supõe, proporciona aos produtores diretos e a toda a

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