Etiqueta: Crise

Protestos de massas na Moldávia

Por Gabriel Landi Fazzio. Na Moldávia, um dos mais pobres países da Europa, a população segue mobilizada desde o dia 6 de setembro, quando cerca de 100 mil manifestantes (em um país de 3,5 milhões de habitantes) tomaram as ruas da capital, Chișinău (com menos de 700 mil cidadãos) para protestar contra o aumento do

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Quem pagará a conta da crise na China?

Por Eli Friedman, via Jacobin Magazine, traduzido por Gabriel Landi Fazzio. Foto: Trabalhador em fábrica de Beijing. Raphael Olivier / Flickr Realocações das fábricas e privatizações das terras colocam trabalhadores migrantes chineses na defensiva.   

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7 anos após a crise de 2008

Por Slavoj Zizek. O trecho abaixo foi extraído do livro “Primeiro como tragédia, depois como farsa”. São Paulo: Boitempo, 2009, p. 21 à 27.

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Dilemas estratégicos e organizativos da esquerda europeia

por Catarina Príncipe & Dan Russell*, via Jacobin Magazine, traduzido por Gabriel Landi Fazzio, revisado por Carlos Henrique Menegozzo. A esquerda na Europa e no mundo estão diante de enormes desafios. Qual tipo de estratégia política nós precisamos para seguir em frente?

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A retomada da luta sindical nos EUA

James Woods, via U.S. Uncut, traduzido e comentado por Gabriel Landi Fazzio. O Partido Democrata, na sexta-feira (28/08/15) adotou o apelo pelo aumento do salário mínimo para $15/hora, estabelecendo a reivindicação como parte de sua plataforma partidária, no aproximar da temporada eleitoral de 2016. O movimento adiante polariza as alas progressistas do partido movendo-as à

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Apenas uma esquerda radicalizada pode salvar a Europa

por Slavoj Žižek, via Newstatesman, traduzido por Daniel Fabre. A austeridade não é “tão radical” assim, como alguns críticos esquerdistas reclamam, mas, ao contrário, demasiadamente superficial, um ato para evitar as verdadeiras raízes da crise, diz Slavoj Zizek.     

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Sobre Mestres e Revoltas

Por Daniel Alves Teixeira “É o que vocês aspiram como revolucionários, a um mestre. Vocês o terão.”[1] Foram essas palavras aparentemente conservadoras que Jacques Lacan direcionou aos estudantes que participavam das célebres agitações de Maio de 68 na França, quando movimentos grevistas e revoltas estudantis se alastraram pelo país.

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