Resenha: Menos que nada de Slavoj Zizek

Por Agon Hanza, via Stasis Journal, traduzido por Daniel Alves Teixeira

“Quando ele pede o famoso “o retorno de Marx a Hegel,” o que Žižek realmente quer dizer é a inversão da abordagem padrão do século XX de descartar Hegel (representada principalmente por Althusser). Continue lendo…

O amor é mais frio que a morte: negatividade, infinitude e indeterminação na teoria hegeliana do desejo

Por Vladimir Safatle, via Scielo

Trata-se de mostrar como a experiência de indeterminação que se manifesta fenomenologicamente através das temáticas da angústia e da confrontação com a morte tem papel fundamental para a configuração do processo de reconhecimento na filosofia hegeliana. Continue lendo…

O morto-vivo, nova figura metafórica da intelectualidade progressista

Entrevista realizada por Nicolas Dutent, via L’Humanité, traduzido por Fred Lyra, mestre em música pela Sorbonne e membro do Círculo de Estudos da Ideia e da Ideologia.

Em “Menos que Nada”, uma obra importante crivada de referencias teóricas, literárias e artísticas, o filosofo e psicanalista Slavoj Žižek dialoga pacientemente com a obra de Georg Wihelm Friedrich Hegel. Continue lendo…

Catherine Malabou, por um futuro de Hegel

por Daniel Alves Teixeira

Catherine Malabou é uma filósofa francesa que ainda não provocou no Brasil as repercussões que seu trabalho merece, talvez em função da falta de traduções de suas obras para o português. Isto porque Malabou empreende uma inovadora leitura de Hegel, principalmente no livro que foi escrito tendo por base a tese de doutorado que escreveu sob a supervisão de Jacques Derrida e Jean-Luc Marion, L’avenir de Hegel (O futuro de Hegel). Continue lendo…

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