Etiqueta: György Lukács

Sobre a responsabilidade dos intelectuais

Por György Lukács, via gyorgylukacs.wordpress.com, traduzido por Bruno Bianchi Escrito em 1948. Durante a Segunda Guerra Mundial, muitos esperavam que a destruição do regime hitleriano também erradicasse a ideologia fascista. Mas o que tem sido visto desde o fim da guerra em diante na Alemanha Ocidental indica que a reação anglo-saxônica até mesmo salvou e

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O dilema atual da participação social e o Brasil

Por André Márcio Neves Soares O documentário chamado “O dilema das redes sociais”, exibido pela Netflix, é emblemático para a realidade brasileira por dois motivos: 1) a sensação do aumento de inclusão e participação social com o progresso da tecnologia de entretenimento virtual é uma fantasia;  e 2) o Brasil, como um país periférico, com

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Breves considerações sobre a metafísica ontologia de Lukács

Por Arthur D’Elia “Por conseguinte, em um texto chamado A natureza da metafísica, Lowe afirma que a metafísica tem como preocupação descobrir o que podia a totalidade da existência abranger. De modo a complementar, em A possibilidade da metafísica, ele fala em “estudo da estrutura mais fundamental da realidade”. Já no verbete de Stanford aparece

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O Fascismo Alemão e Hegel

Por Georg Lukács, originalmente em Schicksalswende, [Pontos de virada do destino] Aufbau Verlag, Berlin, 1956, traduzido por Marie Farines Esse texto é tradução do ensaio de Georg Lukács: Der deutsche Faschismus und Hegel (1943). Ele ocupa as páginas 29 à 49 da coletânea: Georg Lukács, Schicksalswende, [Pontos de virada do destino] Aufbau Verlag, Berlin, 1956.

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Um comunista em diálogo com os religiosos

Por Diogo Fagundes   “Somente um desenvolvimento da filosofia pode nos explicar porque a causa comunista é justa, porque devemos agir do jeito que agimos, porque a realidade das nossas ações não é algo absurda e ilusória. Somente uma discussão envolvendo conceitos como ser, verdade e sujeito poderia dar conta de abarcar a explicação da

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Teses de Blum – A ditadura democrática

Por Georg Lukács, via Marxists.org As Teses de Blum foram elaboradas em 1928 por Lukács, sob o pseudônimo de Blum, para o II Congresso (ilegal) do Partido Comunista da Hungria (KPU). Seu título original era “Teses sobre a situação econômica e política na Hungria e sobre as tarefas do KPU”, expostas em cinco partes: 1) A

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Por que a crítica?

Por Fernando Savella “Crítica” é uma ideia muitas vezes entendida como uma postura, independente de seu conteúdo. Se um liberal se contrapõe a um marxista, o liberal estaria criticando, e adotando uma postura crítica. Se um cético duvida de uma teoria, o faria como uma postura crítica contra algum “dogmatismo” teórico. Mas nenhuma tradição teórica incorpora tão

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De “História e consciência de classe” a “Dialética do esclarecimento”, e de volta

Por Slavoj Žižek, via Scielo, traduzido por  Bernardo Ricupero História e consciência de classe (1923), de Georg Lukács, é um dos poucos verdadeiros eventos na história do marxismo. Hoje, nossa experiência do livro é apenas como de uma estranha lembrança fornecida por uma época já distante – para nós, é até mesmo difícil imaginar o impacto

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