Etiqueta: Teoria Marxista da Dependência

Teoria da Dependência: uma anticrítica

Por Vânia Bambirra, traduzido por Lorena Duailibe O seguinte excerto consiste no primeiro capítulo do livro “Teoría de la dependencia: una anticritica”, de Vânia Bambirra, no qual a autora debate o contexto histórico de elaboração desta teoria.

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Puxando um fio solto: reprodução na periferia no epicentro da pandemia

Por Cecília F. Teixeira e Elisabeth Zorgetz “Onde a casa emerge como um espaço de trabalho (agora não apenas o locus socialmente determinado do trabalho doméstico) e precisa ser esquadrinhada entre o home office, a escola virtual, as reuniões profissionais, políticas, acadêmicas e várias outras atividades que ocorrem normalmente na esfera pública, pode se dizer

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Theotonio dos Santos e a teoria do fascismo dependente

Por Leonardo Godim Surgido no seio da pequena-burguesia e do lumpesinato, o fascismo só se torna um movimento poderoso capaz de assumir o controle do Estado quando é apoiado pelo grande capital. Esse apoio se faz necessário em momentos históricos determinados e via de regra está ligado à necessidade de reprimir o movimento operário, seja

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O que é o marxismo-leninismo?

Por Florestan Fernandes via Overquil O texto a seguir foi retirado da introdução do volume “Lenin; Política”, que faz parte da importante (e esgotada!) coleção Grandes Cientistas Sociais, organizada por Florestan Fernandes e editada pela Ática no fim dos anos 70.

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O conceito de trabalho produtivo: nota metodológica

Por Ruy Mauro Marini, via Marxists.org, traduzido por Igor Oje Escrito originalmente em espanhol e extraído postumamente do arquivo de Ruy Mauro Marini, este texto foi publicado primeiramente em “Los restos de la globalización: ensayos”. Caracas: UNESCO, 1998, p.153-163. *

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Apontamentos sobre a reprodução da classe no capitalismo dependente: da crítica feminista à superexploração do trabalho

Por Elisabeth Zorgetz Loureiro Ao contrário de uma expansão em etapas relativamente definidas para uma ampla proletarização do mundo, em termos do trabalho assalariado, fabril ou formal – em que o desenvolvimento das forças produtivas invariavelmente se expandiria a todos os recantos do mundo em suas contradições e oportunidades para a classe trabalhadora –, o

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