
O que fazer?
Por Antonio Gramsci, via Nuovopci, traduzido por Michelle Cavalcante Publicado na revista “La voce della gioventù” (a voz da juventude), 1° novembre 1923, assinado Giovanni Masci, depois comprovado pseudônimo para A. Gramsci.

Por Antonio Gramsci, via Nuovopci, traduzido por Michelle Cavalcante Publicado na revista “La voce della gioventù” (a voz da juventude), 1° novembre 1923, assinado Giovanni Masci, depois comprovado pseudônimo para A. Gramsci.

Por Ernst Bloch, via Sujeto-Objeto: el pensamiento de Hegel[i], traduzido por Thales Fonseca. “O movimento real pela sua realidade começou, agora enfim, conscientemente, contra a alienação de todos os homens e das coisas, a favor de que o ser-próprio chegue a si. Ao libertar a sociedade de todos os condicionamentos existenciais que levam o próprio

Por Lucas Andreto I – O irracionalismo como ideologia hegemônica do Capital Fala-se muito na anti-ciência e no “negacionismo”. As palavras entraram para o vocabulário comum na mídia burguesa, nas redes sociais, nas conversas do cotidiano. O conceito, no entanto, descreve um fenômeno, mas não o explica. A crítica comum de hoje vê no negacionismo

Por Asad Haider, via Radical Philosophy, traduzido por Reginaldo Gomes e Matheus Muniz Weiss. Troca: o teatro de categorias econômicas de Marx Todas as personagens do mal-entendido entram em cena no caso, cada qual desempenhando o papel prescrito pelo efeito que se espera desse teatro. Louis Althusser, Ler O Capital Você também, meu caro amigo,

Por Luca Mendes Nicola e Edson Pereira Silva* O texto trata de como a vitória da extrema direita no Brasil, correlato do que vem acontecendo em várias partes do mundo, tem sido acompanhado de um recrudescimento das ideias do determinismo biológico. Um breve histórico da utilização das ideias deterministas é traçado, especialmente, no Brasil. Por

Entrevista de Daniel Zamora para Kévin Boucaud-Victoire, via Jacobin, traduzido por Jorge Batista À emergência do neoliberalismo dos anos 1970, Michel Foucault viu a promessa de uma nova ordem social, mais aberta à autonomia individual e modos de vida experimentais. Não foi assim que as coisas se desenrolaram.

Por Asad Haider, via Viewpoint Magazine, traduzido por Matheus Muniz Weiss e Reginaldo Gomes[1] Um curioso sintoma da resistência à teoria na esquerda anglo-americana é a fixação para com o Iluminismo. O impressionante paradoxo dessa fixação é a apropriação anti-intelectual de uma tendência da filosofia europeia, que é atribuída com a introdução dos padrões, agora

Por Pedro Henrique Juliano Nardelli. As formas sociais são abstrações relacionais estabelecidas factualmente em processos históricos e materiais. No modo de produção capitalista, existem formas sociais universais que guiam e restringem a sociabilidade. Existem determinações sociais, mas não determinismo social. Não é possível prever deterministicamente o futuro pois todas as relações e práticas sociais –
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