György Lukács, o profeta da revolução

Por Douglas Rodrigues Barros[1] 

Não foram poucos os pensadores que viram na literatura uma interpretação de mundo e, além disso, a possibilidade de identificar na forma literária transformações que se efetivariam no terreno social. Lukács, entretanto, foi um dos primeiros, senão o primeiro, a observar com profundidade incomum os desdobramentos da forma literária como sinais de transformações, por vezes, dolorosas e radicais; é sob o signo das mudanças operadas no espírito e captadas pela forma literária que podem ser identificados todo um céu estrelado de motivos, paixões e ações que traduzem o que ocorre na vida social. A literatura é, assim, o passaporte, não apenas, para se conhecer o espírito de uma época, como também, identificar seu declínio. Continue lendo “György Lukács, o profeta da revolução”

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A crise da reprodução capitalista e a formação de um novo “proletariado ex lege”

Entrevista de Silvia Federici realizada por Francesca Coin em 23.07.2017, via Nazione Indiana, traduzido por Rafael Almeida Lemos.

Nos anos setenta você foi a primeira a falar contra o trabalho doméstico mostrando como o processo de acumulação nas fábricas inicia-se sob o corpo da mulher. O que mudou nesses anos? Continue lendo “A crise da reprodução capitalista e a formação de um novo “proletariado ex lege””

No olho do furacão: a juventude brasileira diante da crise

Por Alexandre Pimenta

A crise brasileira tem concretizado uma verdadeira ofensiva das classes dominantes, em todas as frentes, para ampliação e aprofundamento da exploração e controle das massas trabalhadoras. Ora, uma “saída” da crise passa, necessariamente, pela retomada das condições de acumulação do capital, que exigem a reprodução das relações de produção capitalista em outro patamar e sob outras coordenadas político-ideológicas, ainda em germinação.

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A Teoria do Estado e o consequente papel das Relações Internacionais

Por Thamires Coutinho

É unanimidade no campo das Relações Internacionais a trivialidade de se pensar e teorizar o Estado na tentativa de se compreender a dinâmica do mundo globalizado. Desde a teoria mais ortodoxa às mais críticas, se pensar o Estado se configura como a base elementar de qualquer estudo da área. 

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