Notas sobre Arquitetura Popular

Por Vinícius Okada M. M. D’Amico

“Não basta os arquitetos e políticos retomarem o controle da gestão das cidades. Mas trata-se, fundamentalmente, de subverter a ordem pré-estabelecida a partir da organização política de uma nova hegemonia. A arquitetura popular não se faz somente em favor do povo, mas, primordialmente, para e pelo próprio povo.”

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Patrimônio e Memória: a distância da história na cultura burguesa

Por Bruno Santana

Das mais remotas civilizações do Oriente à mundialização da ideologia burguesa nas bases atlânticas do capitalismo, instrumentaliza-se o esforço de consolidar a legitimação de um modo de produção, fazendo da cultura projeção da Memória na consciência. Continue lendo “Patrimônio e Memória: a distância da história na cultura burguesa”

Regionalismo Crítico e Soberania Cultural – Notas sobre a Nova Arquitetura Andina

Por Bruno Santana

A cultura popular é um fantasma que assombra a teoria estetizante, historicista e desenvolvimentista da intelectualidade das artes, repercutindo em ruídos e olhares tortos as experiências que articulam a produção de uma contra-hegemonia na indústria cultural com um projeto popular de desenvolvimento nacional. Continue lendo “Regionalismo Crítico e Soberania Cultural – Notas sobre a Nova Arquitetura Andina”

Arquiteto, Cidade e História: contradições e problemas candentes de nosso campo disciplinar

Por Vinícius Okada M. M. D’Amico

“O arquiteto não está excluído da influência determinante do capital. Pelo contrário, ele nasce a partir dela. A separação entre trabalho intelectual e trabalho manual no canteiro de obras corresponde a uma das etapas fundamentais no desenvolvimento das forças produtivas na sociedade capitalista. A superação do “trabalho autônomo” no canteiro e sua posterior fragmentação alienante, desemboca na característica fundante do “construir” moderno: a contradição elementar entre o canteiro e o desenho.” Continue lendo “Arquiteto, Cidade e História: contradições e problemas candentes de nosso campo disciplinar”

O Negro na cidade brasileira

Por Bruno Santana

Da conjuração entre o projeto colonial das classes dominantes brasileiras e a despossessão dos negros escravizados de suas formas de viver aqui no Brasil atirados às senzalas nasce a territorialização das cidades brasileiras. Para além das capitanias hereditárias num escopo maior, no interior das cidades coloniais, se deflagra de modo aparente o aspecto mais visível da sociedade brasileira do período; onde o espaço do negro escravizado, dos libertos, dos agentes do estado colonial e das classes dominantes brasileiras era estritamente definido. Continue lendo “O Negro na cidade brasileira”

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