A terceira onda de revoluções se aproxima

Por Saikat Bhattacharya, via Qutnyti, traduzido por Guilherme Laranjeira e Brunno Viotto

“Com a economia global capitalista abalada e a rivalidade geopolítica resultando na perturbação do comércio global, a situação está amadurecendo para a Terceira Onda de revoluções em todo o mundo. Sendo que a Primeira Onda inicia-se na Revolução Francesa, indo até a Comuna de Paris (1789-1871) e a Segunda Onda, partindo da Revolução Bolchevique para terminar na Revolução Sandinista da Nicarágua (1917-1979).”

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Amor e ódio: Uma unidade de diversos no espirito revolucionário

Por Caique de Oliveira Sobreira Cruz[1]

Nesta sociedade fraturada em duas grandes classes, capital e trabalho, onde os capitalistas exploram e oprimem o povo, não podemos devolver o ódio da classe burguesa contra os despossuídos com a resignação, ou seremos atropelados, esmagados. O ódio aos exploradores é um meio de defesa contra as injustiças desta sociabilidade desigual, engendrada pelo sistema capitalista. Continue lendo “Amor e ódio: Uma unidade de diversos no espirito revolucionário”

Karl Marx e as Fake News: Sobre a indústria de mentiras do capital

Por Edson Mendes[1]

“Talvez, ao tratar as fake news, parte da estratégia eleitoreira de Steve Bannon, como uma grande novidade de nossos tempos nos faça perder de vista o essencial: a base da estrutura que permitia os jornais antigos de espalharem notícias falsas, por exemplo, sobre Marx e que permitem, hoje, a ascensão da extrema-direita ao poder no Ocidente pelo uso da corrupção como espetáculo, da mentira como arma e do esvaziamento da política como plataforma.” Continue lendo “Karl Marx e as Fake News: Sobre a indústria de mentiras do capital”

Sobre as eleições presidenciais de 20 de maio na Venezuela

Por Sonia Boueiri, traduzido por Daniel Fabre

Professora venezuelana analisa as eleições presidenciais passadas e aponta as inconsistências do discurso “abstencionista” da oposição. O pleito foi, na verdade, uma grande manifestação por mudanças econômicas e demonstrou que a direita venezuelana perdeu seu “melhor momento eleitoral”. Continue lendo “Sobre as eleições presidenciais de 20 de maio na Venezuela”

2016, o ano que não terminou

Por Douglas Rodrigues Barros

Sócrates ao conversar com Êutifron às portas do edifício do arconte-rei nos deixou uma importante lição: a impossibilidade de medir uma ação a partir da conjuntura imediata. Quem conhece o belíssimo texto platônico sabe que, malandramente, Êutifron, depois de se deixar envolver pela maiêutica, se cansa e interrompe o diálogo com as singelas palavras: “agora estou com pressa e está na hora de me retirar Continue lendo…

Protestos de massas na Moldávia

Por Gabriel Landi Fazzio.

Na Moldávia, um dos mais pobres países da Europa, a população segue mobilizada desde o dia 6 de setembro, quando cerca de 100 mil manifestantes (em um país de 3,5 milhões de habitantes) tomaram as ruas da capital, Chișinău (com menos de 700 mil cidadãos) para protestar contra o aumento do custo de vida, das tarifas dos serviços públicos, a corrupção e a desigualdade. Continue lendo…

Pode Jeremy Corbyn redimir o Labour Party?

Por Gabriel Landi Fazzio.

Com quase 60% dos votos, Jeremy Corbyn é eleito o novo lider do Labour Party inglês, após uma campanha polarizada entre defensores de um Labour Party “bom-gestor” e um crítico severo do projeto de “Terceira Via” consolidado por Blair no interior do partido. Contrário à austeridade e ao papel militar do Reino Unido no mundo e a favor da renacionalização dos trens e de mais gastos púbicos em saúde e em educação; poderá Corbyn significar uma mudança para o desacreditado Partido Trabalhista?

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Documentário – A Batalha do Chile

Por Gabriel Landi Fazzio.

11 de setembro de 1973: após três horas de luta e bombardeio aéreo ao Palácio de La Moneda, sede do governo chileno, os militares golpistas tomam o poder, interrompendo o processo de efervescência social que aceleradamente se radicalizava e aprofundava, assassinando o presidente Salvador Allende e iniciando o que viria a ser a primeira experiência do neoliberalismo em terras latino-americanas.

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A retomada da luta sindical nos EUA

James Woods, via U.S. Uncut, traduzido e comentado por Gabriel Landi Fazzio.

O Partido Democrata, na sexta-feira (28/08/15) adotou o apelo pelo aumento do salário mínimo para $15/hora, estabelecendo a reivindicação como parte de sua plataforma partidária, no aproximar da temporada eleitoral de 2016. O movimento adiante polariza as alas progressistas do partido movendo-as à esquerda tanto do Partido Republicado quanto de democratas centristas ligados às corporações, como Hillary Clinton.

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