Etiqueta: Fanon

O Desencanto da Linguagem Nativa: uma análise fanoniana a partir do contexto colonial brasileiro

Por Cristhian Cecchetti “Este breve ensaio visa expor as relações sociolinguísticas entre os povos ameríndios do território brasileiro colonial com seus “senhores” portugueses. E em conjunto analisaremos a disposição de supressão sociolinguística dos povos africanos ocidentais trazidos sob a condição de “escravos” do império. Deste modo pretende-se levantar, utilizando o mote do pensamento de Frantz

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Abordagem clínica do sujeito em Fanon

Por Olivier Douville, via Revista Vie Sociale et traitements, traduzido por Alessandra Canapelle A pergunta que este artigo se propõe a ilustrar, em relação às ressonâncias atuais que a obra e a herança de Frantz Fanon adquirem, é a seguinte: “como a prática clínica pode ser iluminada pelos pacientes cuja história, a sua própria ou

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O que significa ser militante?

Aqui há uma profunda lição hegeliana: o que fica acentuado no palco trágico da vida é que o abismo existente, aquilo que nos separa e nos distancia do Outro, aquela ilusão que temos a respeito de uma pessoa que supostamente se encaixa naquilo que acreditamos, aquilo que me separa de você e do mundo, quando

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Por que ler Fanon hoje? Immanuel Wallerstein

Por Immanuel Wallerstein, traduzido por Douglas Rodrigues Barros Frantz Fanon[3] nasceu na ilha da Martinica em 1925 e morreu de leucemia, muito cedo, em 1961. Em 1952, quando já era médico e psiquiatra, publicou seu primeiro livro, Peles negras, máscaras brancas.

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Um monstro chamado Judith Butler

Por Inês Maia Que faz, na superfície, a militância hegemônica atual? Desde a redemocratização – e antes apesar dela do que a partir do seu precedente – toda a militância aceita tem feito um atentado contra o velho conceito de política.[1] 

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Entrevista-montagem com Jeannete Ehrman, Florian Kappeler e Maud Meyzaud

Por Jeannete Ehrman, Florian Kappeler e Maud Meyzaud, via Undercurrents, traduzido por BP “O texto de Fanon é, assim, a antecipação literária da revolução anticolonial, a superação imaginativa da história, e uma narrativa de luta emancipatória, que implode o colonialismo como único script possível para uma história futura

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A inconsciência branca

Por Richard Seymour, via Lenin’s Tomb, trecho traduzido por Gabriel Landi Fazzio. Ei branquelo A maioria dos leitores desse blog está na América do Norte, Europa ou Austrália. Eu imaginaria que a maioria deles é branca. Então me permita perguntar a vocês, leitores brancos, uma coisa. O que faz de vocês brancos? A pele “descolorida” que

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