Sobre o fetiche

Por Richard Seymour, via Leninology, traduzido por Elaine Pinto

O jardim das delícias virtuais que chamamos de internet é uma fábrica ampliada no espaço e no tempo. Olhar é trabalhoso, e o valor do que quer que seja visto é apenas a forma fetichizada de todos os olhares, ou inspeções persistentes, que a imagem atrai. O capital postula que a observação é trabalho e transforma a busca por tempo em tempo cibernético socialmente necessário. Ele liga a percepção à produção, orquestrando a extração do trabalho sensual. Continue lendo “Sobre o fetiche”

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O que é agitação e o que é propaganda? Algumas questões na era das mídias digitais

Por Gabriel Landi Fazzio

“20. Nossa tarefa mais importante antes do levante revolucionário declarado é a propaganda e a agitação revolucionária. Esta atividade e sua organização é conduzida freqüentemente ainda da antiga maneira formalista. Em manifestações ocasionais, reuniões de massas e sem cuidado com o conteúdo revolucionário concreto dos discursos e panfletos.” Em “A Estrutura, os Métodos e a Ação dos Partidos Comunistas”, III Internacional, 1921. Continue lendo “O que é agitação e o que é propaganda? Algumas questões na era das mídias digitais”

Hegemonia 2.0

Por Lewis Bassett, via Verso Books, traduzido por Gabriel Landi Fazzio

Os eventos recentes provam conclusivamente que as mídias sociais não são comunidades globais neutras como muitas vezes são consideradas – como, por exemplo, no caso do recente expurgo de perfis no Facebook, censurando as vozes críticas à política externa dos EUA. Neste artigo, Lewis Bassett argumenta que estamos começando a testemunhar a emergência de um capitalismo monopolista tecnológico, apoiador do imperialismo dos EUA. Como, diante disso, podemos construir uma nova mídia de esquerda? Continue lendo “Hegemonia 2.0”

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