Pan-africanismo, historicidade e disputa de narrativas

Por Vinicius Souza, publicado na revista Clio Operária

Uma tendência normal é enxergar as pessoas negras como se todas fossem à mesma coisa, como se a experiência individual de vida não contasse para a formação da concepção de mundo, de si mesmo e, portanto, da racialização. Continue lendo “Pan-africanismo, historicidade e disputa de narrativas”

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Movimento Negro Unificado e Movimento Negro Empoderado

Por Eduardo Bonzatto e Luis Gustavo Reis

“Eu, por mim, me unirei com qualquer um, não me importa de qual cor seja, uma vez que queira mudar essa situação miserável que existe neste planeta.” (Malcom X)

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Por uma Perspectiva Realmente Revolucionária e Não Reacionária Para o Movimento Negro

Por Vinicius Souza

A realidade possui uma diversidade de perspectivas para pensar suas principais características, é possível pensar a realidade, como Hegel, de maneira idealista se limitando somente ao campo das ideias ou como as teorias culturalistas sobre a libertação negra que se limitam a pensar em torno da construção de uma subjetividade existente nas pessoas negras por ligações ancestrais, literalmente mística.

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A hegemonia da raça: de Gramsci a Lacan

Por Richard Seymour e Daniel Hartley, via Revue Periode, traduzido por Ícaro Batista

Mesmo em suas interpretações as mais sofisticadas, o marxismo tem uma tendência de ler o racismo de forma instrumental. Tal ideologia é adotada por uma série de atores porque é consistente com certos interesses, porque consolida alguma forma de hegemonia, porque tem privilégios de brancos. Para o jornalista e pesquisador independente Richard Seymour, essas explicações são insuficientes. Continue lendo “A hegemonia da raça: de Gramsci a Lacan”

O Negro na cidade brasileira

Por Bruno Santana

Da conjuração entre o projeto colonial das classes dominantes brasileiras e a despossessão dos negros escravizados de suas formas de viver aqui no Brasil atirados às senzalas nasce a territorialização das cidades brasileiras. Para além das capitanias hereditárias num escopo maior, no interior das cidades coloniais, se deflagra de modo aparente o aspecto mais visível da sociedade brasileira do período; onde o espaço do negro escravizado, dos libertos, dos agentes do estado colonial e das classes dominantes brasileiras era estritamente definido. Continue lendo “O Negro na cidade brasileira”

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