A luta pelo posicionamento leninista sobre a Questão Negra nos EUA

Por Harry Haywood, via marxists.org, traduzido por Bruno Santana

Este artigo de Harry Haywood, publicado originalmente em uma matéria de setembro de 1933 da revista O Comunista, faz parte da obra Uma História Documental do Povo Negro nos Estados Unidos da América, organizado por Herbert Aptheker. De acordo com o editor, o artigo original “está publicado abaixo, em parte, com a argumentação central inalterada.” Continue lendo “A luta pelo posicionamento leninista sobre a Questão Negra nos EUA”

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Pan-africanismo, historicidade e disputa de narrativas

Por Vinicius Souza, publicado na revista Clio Operária

Uma tendência normal é enxergar as pessoas negras como se todas fossem à mesma coisa, como se a experiência individual de vida não contasse para a formação da concepção de mundo, de si mesmo e, portanto, da racialização. Continue lendo “Pan-africanismo, historicidade e disputa de narrativas”

Por uma Perspectiva Realmente Revolucionária e Não Reacionária Para o Movimento Negro

Por Vinicius Souza

A realidade possui uma diversidade de perspectivas para pensar suas principais características, é possível pensar a realidade, como Hegel, de maneira idealista se limitando somente ao campo das ideias ou como as teorias culturalistas sobre a libertação negra que se limitam a pensar em torno da construção de uma subjetividade existente nas pessoas negras por ligações ancestrais, literalmente mística.

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A hegemonia da raça: de Gramsci a Lacan

Por Richard Seymour e Daniel Hartley, via Revue Periode, traduzido por Ícaro Batista

Mesmo em suas interpretações as mais sofisticadas, o marxismo tem uma tendência de ler o racismo de forma instrumental. Tal ideologia é adotada por uma série de atores porque é consistente com certos interesses, porque consolida alguma forma de hegemonia, porque tem privilégios de brancos. Para o jornalista e pesquisador independente Richard Seymour, essas explicações são insuficientes. Continue lendo “A hegemonia da raça: de Gramsci a Lacan”

O Negro na cidade brasileira

Por Bruno Santana

Da conjuração entre o projeto colonial das classes dominantes brasileiras e a despossessão dos negros escravizados de suas formas de viver aqui no Brasil atirados às senzalas nasce a territorialização das cidades brasileiras. Para além das capitanias hereditárias num escopo maior, no interior das cidades coloniais, se deflagra de modo aparente o aspecto mais visível da sociedade brasileira do período; onde o espaço do negro escravizado, dos libertos, dos agentes do estado colonial e das classes dominantes brasileiras era estritamente definido. Continue lendo “O Negro na cidade brasileira”

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