Etiqueta: Rodrigo Gonsalves

Neopentecostalismo como Gramática Neoliberal de Sofrimento

Por Christian Ingo Lenz Dunker, Rodrigo Gonsalves e Ivan Estevão, via CT&T: Continental Thought and Theory Introdução O presente artigo pretende fazer uma leitura do neopentecostalismo brasileiro, emergente nas décadas de 2000-2019, considerando processos atinentes à psicologia das massas, identificações e fantasias ideológicas descritos a partir da psicanálise. Tais processos engendram o que chamamos de

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Fanon via Lacan: Aportes teóricos para uma leitura contemporânea

Por Cian S. Barbosa Whately Este artigo tem como propósito abordar a atualidade da teoria fanoniana, investigando a abordagem exposta em seu livro “Pele negra, máscaras brancas”, enquanto uma crítica ao essencialismo identitário e, não menos importante, enquanto uma contribuição à crítica da ideologia em geral. Essa contribuição, como pretende-se demonstrar, será evidenciada também quando

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Pensando o Evento

Por Alain Badiou, em Philosophy in the Present, traduzido por Rodrigo Gonsalves A filosofia pode funcionar com base em signos políticos, pode constituir problemas usando signos políticos. Mas isso não significa que possa ser confundida com a própria política. Isso significa que podemos muito facilmente imaginar que, em um dado momento, certas circunstâncias podem ser

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Underground invertido: a pandemia dissimulada

Por Rodrigo Alencar* O meme da pandemia é: “todos os protocolos estão sendo seguidos”. Quais protocolos? Todos! Então não sabemos se o estabelecimento está obrigando as pessoas a comerem de máscara ou diluindo cloroquina com ivermectina na água. A palavra “todos” pressupõe consensos científicos e sanitários que ainda são parcos e que, se seguidos seriamente,

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Para Louis Althusser

Por Etienne Balibar, originalmente em Rethinking MARXISM Volume 4, Number 1 (Spring 1991), traduzido por Rodrigo Gonsalves A seguir, é o elogio de Etienne Balibar para Louis Althusser por ocasião de sua morte, em 22 de outubro de 1990. O elogio de Balibar foi entregue no túmulo de um cemitério perto de Paris, em 25

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Prolegomena a uma demonologia do capitalismo

Por Ian Wright, via Dark Marxism, traduzido por Rodrigo Gonsalves Todos os dias, milhões de trabalhadores em todo o mundo não têm escolha a não ser sacrificar seu tempo, sua vitalidade para produzir novos lucros para os controladores demoníacos. Tomemos outro exemplo: a lógica do capital exige a extração máxima de lucros das empresas, e

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A Questão do Fascismo

Por Agustín Cueva, traduzido por Fernando Savella a partir da versão publicada originalmente em Revista Mexicana de Sociología, Vol. 39, No. 2 .Apr. – Jun., 1977, pp. 469-480.  Quanto ao outro aspecto definidor do fascismo, ou seja, o fato de que a ditadura terrorista do capital monopolista se exerce fundamentalmente contra a classe operária, também

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