Etiqueta: Ruy Mauro Marini

Acerca do Estado na América Latina

Por Ruy Mauro Marini, traduzido por Gabriel Landi Fazzio. Fonte: Aquivo de Ruy Mauro Marini, com a anotação “Intervenção no Congresso de ALAS, Havana, 1991. Versão definitiva, publicada en Memoria del Congreso, N. Sociedad”. (Também aparece no arquivo como: Três observações sobre o Estado na América Latina). Em relação ao tema do qual nos ocupamos: a emergência de uma nova ordem

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A crise do desenvolvimentismo

Por Ruy Mauro Marini, traduzido por Pedro Araújo Até meados deste século, a teoria social produzida na América Latina era pensada, com raras exceções, a partir da consideração de questões nacionais. Só se pode falar realmente do surgimento de uma corrente estruturada e, em muitos aspectos, original de pensamento sobre a região como tal a

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Teoria da Dependência: uma anticrítica

Por Vânia Bambirra, traduzido por Lorena Duailibe O seguinte excerto consiste no primeiro capítulo do livro “Teoría de la dependencia: una anticritica”, de Vânia Bambirra, no qual a autora debate o contexto histórico de elaboração desta teoria.

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Puxando um fio solto: reprodução na periferia no epicentro da pandemia

Por Cecília F. Teixeira e Elisabeth Zorgetz “Onde a casa emerge como um espaço de trabalho (agora não apenas o locus socialmente determinado do trabalho doméstico) e precisa ser esquadrinhada entre o home office, a escola virtual, as reuniões profissionais, políticas, acadêmicas e várias outras atividades que ocorrem normalmente na esfera pública, pode se dizer

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O conceito de trabalho produtivo: nota metodológica

Por Ruy Mauro Marini, via Marxists.org, traduzido por Igor Oje Escrito originalmente em espanhol e extraído postumamente do arquivo de Ruy Mauro Marini, este texto foi publicado primeiramente em “Los restos de la globalización: ensayos”. Caracas: UNESCO, 1998, p.153-163. *

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Apontamentos sobre a reprodução da classe no capitalismo dependente: da crítica feminista à superexploração do trabalho

Por Elisabeth Zorgetz Loureiro Ao contrário de uma expansão em etapas relativamente definidas para uma ampla proletarização do mundo, em termos do trabalho assalariado, fabril ou formal – em que o desenvolvimento das forças produtivas invariavelmente se expandiria a todos os recantos do mundo em suas contradições e oportunidades para a classe trabalhadora –, o

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