Deus no divã: reflexões sobre a monstruosidade de Cristo

Por Inês Maia

Nós, nascidos e criados no departamento francês de ultramar, na querela entre Ivan Karamazov e Aliócha[1] sempre ficamos ao lado do primeiro. Naturalmente. A figura de Ivan Karamazov é elegante, genuína e corresponde aos grandes ideais do iluminismo clássico. Continue lendo…

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O fascismo da batata: Crítica de Badiou a Deleuze

Por Alain Badiou, via Scribd, traduzido por Matheus Cornely e Daniel Alves Teixeira

Hoje podemos elaborar o balanço – ontológico – mais geral dos anos 60 e 70. No cerne da questão, há a ideia de que o levante de massas de maio de 68 – como revolta popular sem precedentes – aos olhos de seus protagonistas intelectuais, não teria tido uma ossatura de classe tangível e que, por isso, seria concebível como uma insurreição dos múltiplos. Continue lendo “O fascismo da batata: Crítica de Badiou a Deleuze”

Alain Badiou: O Estado

Por Andrew Robinson, via Ceasefire, traduzido por Daniel Fabre

Neste exame do trabalho de Alain Badiou, Andrew Robinson explora um importante aspecto da ontologia do autor, central para seus escritos políticos: o Estado, Robinson explica porque o conceito de estado de Badiou é tanto político quanto ontológico, Continue lendo…

Cinema como um emblema democrático

Por Alain Badiou, via Parrhesia, traduzido por Gabriel Tupinambá

A Filosofia só existe na medida em que existem relações paradoxais, relações que falham em se conectar, ou que não deviam fazê-lo. Quando toda conexão é naturalmente legítima, a Filosofia é impossível ou vã. Filosofia é a violência imposta pelo pensamento às relações impossíveis. Continue lendo…

Entrevista com Alain Badiou

Por Clement Petitjean, via Verso, traduzido por Diogo M. Carvalho de Oliveira, membro do Círculo de Estudos da Ideia e da Ideologia – CEII

Seria um erro perceber o filósofo Alain Badiou como sendo apenas um ativista político – há muito sendo um maoísta – ou um polemicista – seu pequeno livro “The Meaning of Sarkozy” (O Significado de Sarkozy) fez seu nome entre o público mais geral. Continue lendo…

A felicidade real de Alain Badiou

Por Alain Badiou, traduzido por Daniel Alves Teixeira

Ao final de seu livro Métaphysique du Bonheur Réel (Metafísica da Felicidade Real, ainda sem tradução para o português), Alain Badiou recapitula os 21 pontos que sintetizam aquilo que para ele poderia ser chamada de felicidade real:

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Capital sem Capitalismo (Parte II)

Por Sandino Nuñez, traduzido por Daniel Fabre.

Sandino Andres Nuñez é um importante filósofo e escritor latino-americano, pouco conhecido no Brasil. Especializado em epistemologia e filosofia da ciência pela Universidad de la Republica, o autor investiga a possibilidade de crítica da cultura contemporânea, identificando nela o caráter a-simbólico do capitalismo tardio. Busca ainda revitalizar a teoria do sujeito e a psicanálise, colocando a subjetividade como uma ferramenta da socialização política.

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Capital sem Capitalismo (parte I)

Por Sandino Nuñez, traduzido por Daniel Fabre.

Sandino Andres Nuñes é um importante filosofo e escritor latino-americano, pouco conhecido no Brasil. Especializado em epistemologia e filosofia da ciência pela Universidad de la Republica, o autor investiga a possibilidade de crítica da cultura contemporânea, identificando nela o caráter a-simbólico do capitalismo tardio. Busca ainda revitalizar a teoria do sujeito e a psicanálise, colocando a subjetividade como uma ferramenta da socialização política.

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