O quadrado antes e depois: Malevich e o filme The Square

Por Philippe Campos

O que me motiva a escrever sobre o filme The Square é que há outros dois squares que permitem a contraposição com o primeiro.  Essa contraposição permite polarizar o significado de um desde aproximações e distensões entre os outros dois.

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Sobre o obscurantismo contemporâneo

Por Alain Badiou, via Theory Leaks, traduzido por Daniel Alves Teixeira

Do que devemos chamar as extraordinárias construções intelectuais que são as obras de Darwin, Marx e Freud? Não são estritamente ciências, mesmo que a biologia – incluindo a biologia contemporânea – seja pensada dentro do quadro darwinista. Certamente elas não são filosofias, mesmo que a dialética, esse antigo nome platônico para a filosofia, tenha tido um novo momento através de Marx.  Continue lendo “Sobre o obscurantismo contemporâneo”

Ser, evento, sujeito: o sistema de Alain Badiou

Por Alain Badiou, traduzido por Daniel Fabre

Após mais de trinta anos de sua primeira edição, o Ser e o Evento de Alain Badiou segue sendo um dos mais importantes e controversos livros de filosofia contemporânea. Abaixo, o prefácio do autor à primeira edição inglesa, onde faz um importante balanço da repercussão de seu livro até então (2005) e uma breve síntese de suas principais motivações e teses. Continue lendo “Ser, evento, sujeito: o sistema de Alain Badiou”

Resenha “Lacan: Passado e Presente: um diálogo”.

Por Sinan Richards, via Marx & Philosophy, traduzido por Daniel Alves Teixeira

“Para dizer de maneira mais brutal, as neuroses se remetem, em última instância, à psicologia clínica. Todo mundo passa por pequenas histórias de fracassos amorosos, de obsessões incômodas, de impotência latente, histórias terrivelmente idênticas e cansativas. Continue lendo “Resenha “Lacan: Passado e Presente: um diálogo”.”

O fascismo da batata: Crítica de Badiou a Deleuze

Por Alain Badiou, via Scribd, traduzido por Matheus Cornely e Daniel Alves Teixeira

Hoje podemos elaborar o balanço – ontológico – mais geral dos anos 60 e 70. No cerne da questão, há a ideia de que o levante de massas de maio de 68 – como revolta popular sem precedentes – aos olhos de seus protagonistas intelectuais, não teria tido uma ossatura de classe tangível e que, por isso, seria concebível como uma insurreição dos múltiplos. Continue lendo “O fascismo da batata: Crítica de Badiou a Deleuze”

Alain Badiou: O Estado

Por Andrew Robinson, via Ceasefire, traduzido por Daniel Fabre

Neste exame do trabalho de Alain Badiou, Andrew Robinson explora um importante aspecto da ontologia do autor, central para seus escritos políticos: o Estado, Robinson explica porque o conceito de estado de Badiou é tanto político quanto ontológico, Continue lendo…

Cinema como um emblema democrático

Por Alain Badiou, via Parrhesia, traduzido por Gabriel Tupinambá

A Filosofia só existe na medida em que existem relações paradoxais, relações que falham em se conectar, ou que não deviam fazê-lo. Quando toda conexão é naturalmente legítima, a Filosofia é impossível ou vã. Filosofia é a violência imposta pelo pensamento às relações impossíveis. Continue lendo…

Entrevista com Alain Badiou

Por Clement Petitjean, via Verso, traduzido por Diogo M. Carvalho de Oliveira, membro do Círculo de Estudos da Ideia e da Ideologia – CEII

Seria um erro perceber o filósofo Alain Badiou como sendo apenas um ativista político – há muito sendo um maoísta – ou um polemicista – seu pequeno livro “The Meaning of Sarkozy” (O Significado de Sarkozy) fez seu nome entre o público mais geral. Continue lendo…

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