Entrevista com Alain Badiou

Por Julian Le Gros, via The Dissident, traduzido por Daniel Alves Teixeira

Já faz anos, Alain Badiou é considerado um filósofo dissidente. Se a sua constante referência à Revolução Cultural Chinesa, perfeitamente assumida em “Petrogrado, Xangai, as duas revoluções do século XX”, publicado em Agosto de 2018 pela La Fabrique, faz algumas pessoas se remoerem, ele não se importa.

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Problemas com a (in)existência

         Por Daniel Alves Teixeira, membro do Círculo de Estudos da Ideia e da Ideologia.

O recém-lançado livro “Ensaio sobre mortos-vivos: The Walking Dead e Outras Metáforas”, organizado por Diego Penha e Rodrigo Gonsalves, e contendo textos de diversos autores, entre eles Christian Dunker, Ivan Estêvão e Mlader Dolar, para citar somente alguns dos nomes mais conhecidos do público em geral, possui diversos méritos dignos de destaque, que vão desde a arrojada edição do livro Continue lendo “Problemas com a (in)existência”

“Estamos em um novo começo do pensamento marxista”

Entrevista de Alain Badiou por Mathieu Dejean, via LesInrocks, traduzido por Daniel Alves Teixeira.

Alain Badiou é um dos raros militantes maoístas franceses que não renunciaram ao seu compromisso de juventude, neste caso a União dos Comunistas da França Marxista-Leninista (Ucf-ml). Filósofo de renome mundial, traduzido em muitos países, ele é autor de um importante trabalho, dedicado tanto ao teatro, à poesia, ao amor quanto à política. Continue lendo ““Estamos em um novo começo do pensamento marxista””

Sobre o obscurantismo contemporâneo

Por Alain Badiou, via Theory Leaks, traduzido por Daniel Alves Teixeira

Do que devemos chamar as extraordinárias construções intelectuais que são as obras de Darwin, Marx e Freud? Não são estritamente ciências, mesmo que a biologia – incluindo a biologia contemporânea – seja pensada dentro do quadro darwinista. Certamente elas não são filosofias, mesmo que a dialética, esse antigo nome platônico para a filosofia, tenha tido um novo momento através de Marx.  Continue lendo “Sobre o obscurantismo contemporâneo”

Ser, evento, sujeito: o sistema de Alain Badiou

Por Alain Badiou, traduzido por Daniel Fabre

Após mais de trinta anos de sua primeira edição, o Ser e o Evento de Alain Badiou segue sendo um dos mais importantes e controversos livros de filosofia contemporânea. Abaixo, o prefácio do autor à primeira edição inglesa, onde faz um importante balanço da repercussão de seu livro até então (2005) e uma breve síntese de suas principais motivações e teses. Continue lendo “Ser, evento, sujeito: o sistema de Alain Badiou”

Resenha “Lacan: Passado e Presente: um diálogo”.

Por Sinan Richards, via Marx & Philosophy, traduzido por Daniel Alves Teixeira

“Para dizer de maneira mais brutal, as neuroses se remetem, em última instância, à psicologia clínica. Todo mundo passa por pequenas histórias de fracassos amorosos, de obsessões incômodas, de impotência latente, histórias terrivelmente idênticas e cansativas. Continue lendo “Resenha “Lacan: Passado e Presente: um diálogo”.”

O fascismo da batata: Crítica de Badiou a Deleuze

Por Alain Badiou, via Scribd, traduzido por Matheus Cornely e Daniel Alves Teixeira

Hoje podemos elaborar o balanço – ontológico – mais geral dos anos 60 e 70. No cerne da questão, há a ideia de que o levante de massas de maio de 68 – como revolta popular sem precedentes – aos olhos de seus protagonistas intelectuais, não teria tido uma ossatura de classe tangível e que, por isso, seria concebível como uma insurreição dos múltiplos. Continue lendo “O fascismo da batata: Crítica de Badiou a Deleuze”

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