As verdadeiras lições do levante de 1956 na Hungria

Por Jon Britton, via Liberation School, traduzido por Bruno Santana

As raízes da rebelião pode ser remontada ao modo como o capitalismo se enraizou na Hungria após a Segunda Guerra Mundial. Enquanto a derrota da Alemanha nazista abriu as portas para um número de revoluções vitoriosas lideradas pelos movimentos comunistas no leste europeu, como na Iugoslávia, Albânia e Checoslováquia, os movimentos da classe trabalhadora na Hungria e em outros países do leste europeu foram fracos. O capitalismo foi abolido em primeira instância por causa do Exército Vermelho soviético. Continue lendo “As verdadeiras lições do levante de 1956 na Hungria”

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Clara Zetkin: “Fascismo” (1923)

Por Clara Zetkin, via marxists.org, traduzido por Gabriel Landi Fazzio

No fascismo, o proletariado é confrontado por um inimigo extraordinariamente perigoso. O fascismo é a expressão concentrada da ofensiva geral empreendida pela burguesia mundial contra o proletariado. Sua derrubada é, portanto, uma necessidade absoluta, ou melhor, é mesmo uma questão da

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Lições do Chile

Por Alan Woods, via marxismo.org, traduzido pela Esquerda Marxista

Por ocasião dos 45 anos do golpe no Chile, em 11 de setembro de 1973, publicamos um trecho da importante contribuição do camarada Alan Woods à análise das lutas de classes durante o governo da Unidad Popular. Sobre o tema, já publicamos no LavraPalavra outras reflexões, do camarada Rui Mauro Marini e do historiador Hugo Cancino Troncoso, sobre os Conselhos Comunais e Cordões Industriais do Poder Popular chileno. Continue lendo “Lições do Chile”

Álvaro Cunhal: A derrota da revolução em Portugal

Por Álvaro Cunhal. Via MIA, sob o título original “A Verdade e a Mentira na Revolução de Abril (A contra-revolução confessa-se)”

Em 10 de novembro de 1913 nascia Álvaro Cunhal, dirigente do Partido Comunista Português. Preso por anos nos porões da ditadura salazarista, Cunhal participou ativamente da resistência ao fascismo e teve papel ativo do início ao fim da chamada Revolução dos Cravos. No texto a seguir, o comunista apresenta sua visão sobre o desenrolar do processo contrarrevolucionário que pôs fim à oportunidade histórica aberta pela Revolução de Abril.

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Documentário: O ato de matar

Por Gabriel Landi Fazzio.

Em 1 de outubro de 1965, foi noticiado que um grupo de “soldados progressistas” havia sequestrado e assassinado brutalmente Achmad Yani, comandante do exército, e mais cinco generais. Foi divulgado que tal grupo seria simpático ao Partido Comunista Indonésio (PKI). Na verdade, o famigerado “Movimento 30 de Setembro” não passava de uma provocação orquestrada pelo anticomunista General Suharto, a fim de pressionar o presidente Sukarno a se afastar do PKI e autorizar o exército a “reestabelecer a ordem”. Continue lendo…

Revolução e contrarrevolução em Burkina Faso

Por Gabriel Landi Fazzio

Quase um ano após a revolução que encerrou os 27 anos da ditadura de Blaise Compaoré, o Burkina Faso se aproxima das eleições gerais em outubro. Diz-se que a história só surpreende quem de história nada entende. Os companheiros da Tendência Marxista Internacional já apontavam, em 11 de Setembro de 2015, a crise do regime de transição e o risco de um golpe. Apenas 6 dias depois, as mídias de todo o mundo noticiavam o golpe militar. Em menos de uma semana, no entanto, o governo de transição voltou ao poder, após uma onda de mobilizações em todo o país.

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Chile: Poder Popular e Contra-Revolução

Tradução por Gabriel Landi Fazzio.

Segue abaixo a tradução inédita para o português do último capítulo do livro do historiador chileno Hugo Cancino Troncoso, Professor Catedrático da Universidade de Aalborg na Dinamarca, chamado: “Chile: A problemática do Poder Popular no processo da via chilena ao socialismo, 1970-1973”, publicado em 1988 pela Aahus University Press.

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Documentário – A Batalha do Chile

Por Gabriel Landi Fazzio.

11 de setembro de 1973: após três horas de luta e bombardeio aéreo ao Palácio de La Moneda, sede do governo chileno, os militares golpistas tomam o poder, interrompendo o processo de efervescência social que aceleradamente se radicalizava e aprofundava, assassinando o presidente Salvador Allende e iniciando o que viria a ser a primeira experiência do neoliberalismo em terras latino-americanas.

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