Not my president: a esquerda socialista nos EUA e a “crise da representação”

Por Gabriel Landi Fazzio

Após a vitória eleitoral indireta de Donald Trump (que se elegeu presidente com quase 200 mil votos a menos do que a candidata Democrata, graças aos apoios que obteve no Colégio Eleitoral), dezenas de milhares de pessoas saíram às ruas em diversas cidades estadunidenses. Continue lendo…

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O ponto de vista comunista sobre o voto nulo

Por Gabriel Landi Fazzio

A cada dois anos, quando se encerram as apurações eleitorais, surgem uma série de debates entorno do grande número de pessoas que não dão seus votos a nenhum candidato. Em 2014, 27% dos eleitores aptos se abstiveram, anularam ou votaram “branco” – o maior índice desde 1998, quando a soma ficou na casa dos 36%. Nas eleições municipais de 2016 novamente debateu-as o aumento das abstenções (21,84% em São Paulo) e os nulos e brancos (16,64%). Continue lendo…

Gramsci contra o “marxismo cultural”

Por Gabriel Landi Fazzio, imagem via AsymptoticWay

A prisão de Antonio Gramsci, em 8 de novembro de 1926, marca também o auge da repressão fascista, após o terceiro atentado contra Mussolini. O comunista foi sentenciado a cinco anos de confinamento e, no ano seguinte, a 20 anos de prisão em Turi. Em 1934, já bastante doente, foi libertado condicionalmente para tratar-se. Morreu em Roma, três anos depois, aos 46 anos. Em seu julgamento, o promotor teria afirmado que “é preciso impedir este cérebro de pensar por vinte anos”. Continue lendo…

Mineiros e estudantes expõem os limites do pós-apartheid na África do Sul

Por Gabriel Landi Fazzio

De vez em quando, os efeitos das greves dos mineiros sul-africanos sobre o comércio internacional furam o silêncio ideológico da mídia comercial. Nessas horas, vemos que não devemos confundir o silêncio dominante com a suposta insignificância das lutas da classe trabalhadora. Ao contrário, o motivo aqui é um medo que tira o sono das classes dominantes.

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Como vencer uma guerra impossível?

Por Gabriel Landi Fazzio

Vo Nguyen Giap é considerado um dos maiores estrategistas militares da história. Filho de camponeses, Giap nunca teve formação militar acadêmica. Mesmo assim, comandou as forças vietnamitas nas vitórias sobre a França e os EUA. Morreu aos 102 anos, em 4 de outubro de 2013, deixando a lição de que, na luta pela emancipação, as forças populares têm “a energia criativa para alcançar coisas que seus adversários nunca poderiam esperar ou imaginar”. Continue lendo…

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