As colunas da ordem e da desordem: brevíssimo ensaio sobre a insatisfação na lírica

Por Otávio Moraes

O crítico literário Helder Macedo assevera em um de seus ensaios que “(…) toda linguagem é feita de passados e não de futuros”[1]. Tal assertiva carrega implicações interessantes, principalmente para discutir a linguagem estetizada em forma de lírica. Continue lendo “As colunas da ordem e da desordem: brevíssimo ensaio sobre a insatisfação na lírica”

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Constituição é o nome de quê?

Por Luis Eduardo Gomes do Nascimento

A constituição não é um significante primeiro, mas deve ser considerada como tal na medida em que instaura um campo de ações linguísticas possíveis. Aqui já se aponta para o caráter performático da constituição. A perfomatividade não pode ser confundida com um gesto vazio, mas como abertura de mundos possíveis. A constituição, como livro, para usar Caetano, permite ‘lançar mundos no mundo”. Continue lendo “Constituição é o nome de quê?”

O estudo da ideologia e a filosofia da linguagem

Por Valentin Voloshinov, traduzido por Daniel Fabre.

Valentin Voloshinov foi um filosofo da linguagem russo, da primeira metade do século XX. No presente excerto, extraído da obra O Signo Ideológico e a Filosofia da Linguagem, o renomado discípulo de Mikhail Bakhtin aborda o problema do signo ideológico, tendo em vista a relação entre o marxismo e a filosofia da linguagem. Continue lendo…

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