
O que fazer?
Por Antonio Gramsci, via Nuovopci, traduzido por Michelle Cavalcante Publicado na revista “La voce della gioventù” (a voz da juventude), 1° novembre 1923, assinado Giovanni Masci, depois comprovado pseudônimo para A. Gramsci.

Por Antonio Gramsci, via Nuovopci, traduzido por Michelle Cavalcante Publicado na revista “La voce della gioventù” (a voz da juventude), 1° novembre 1923, assinado Giovanni Masci, depois comprovado pseudônimo para A. Gramsci.

Por Vinícius dos Santos Junqueira Diante do colonialismo, da dominação alienadora, o colonizado busca se libertar. Este objetivo só pode se concluir através da violência, devido às características próprias do regime colonial. A violência se expressa por meio da revolta. A mesma só se torna consequente, efetiva, quando está sob uma forma organizada e elaborada.

Por Étienne Balibar, via Dictionnaire critique du marxisme[1], traduzido por Carlos Costa e revisado por Danilo Enrico Martuscelli No período recente, tornou-se possível compreender melhor em que sentido o significado e o uso do conceito de “ditadura do proletariado” (DDP) resumem os problemas colocados pelo marxismo enquanto teoria política. Com efeito, um ciclo se encerra,

Por Étienne Balibar, via Dictionnaire critique du marxisme[1], traduzido por Angela Lazagna e revisado por Danilo Enrico Martuscelli A tese do “desaparecimento do Estado” é um aspecto da teoria da ditadura do proletariado que se torna central quando esta última, deixando de designar uma estratégia de conquista do poder por meios excepcionais, torna-se para Marx, Engels

Por Beatriz Rajland, traduzido por João Pedro Passos de Barros Borges e José Victor Andrade Prado, via Periódicos UFSC. O presente artigo apresenta algumas reflexões sobre o Estado, a educação e a emancipação. Destacamos que uma visão tradicional, considera o Estado como um sujeito autônomo e atribui poder próprio às instituições, aos aparatos e esta

Por Diego José Nogueira Fraga* “Fato é que o realismo capitalista está muito presente na vida universitária. Encaramos o hiper-produtivismo acadêmico e a extensa burocracia no ensino superior e na pesquisa como fenômenos naturais que estão dados e que não existem alternativas. A generalização do modelo empresarial nas instituições públicas e a sua internalização na

Por Ernst Bloch, via Sujeto-Objeto: el pensamiento de Hegel[i], traduzido por Thales Fonseca. “O movimento real pela sua realidade começou, agora enfim, conscientemente, contra a alienação de todos os homens e das coisas, a favor de que o ser-próprio chegue a si. Ao libertar a sociedade de todos os condicionamentos existenciais que levam o próprio

Por Agnello Camarero Oliveira e Liandra Vitória Cunha de Sousa, ambos estudantes de Direito na Universidade Presbiteriana Mackenzie Elevar o debate, pensemos como Marx e Engels No ano de 1789, em meio à Revolução Francesa, urge o ponto final do absolutismo monárquico e os restos assombrosos do feudalismo, em meio às guilhotinas, estava sendo anunciado
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