O “Que” de “Que fazer”

Por Louis Althusser, via Cem Flores

“Como o próprio título indica, nessa ocasião, o autor buscou ratificar a relevância teórica e política da “velha pergunta de Lênin” para a classe operária em sua luta, tanto em sua dimensão mais imediata, tática, quanto em sua dimensão de longo prazo, estratégica. Tal pergunta, que surge no fogo da ação, da participação direta na luta de classes de um período, nos leva diretamente ao que o revolucionário russo chamou de “alma viva” do marxismo: a análise concreta da situação concreta.”

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O Poder Popular: Gramsci e a dualidade de poderes no “Ocidente”

Por Gabriel Landi Fazzio

“Já vimos acima que o primeiro passo na revolução dos trabalhadores [Arbeiterrevolution] é a elevação do proletariado a classe dominante, a conquista da democracia pela luta.” Manifesto Comunista do Partido Comunista. Continue lendo “O Poder Popular: Gramsci e a dualidade de poderes no “Ocidente””

O que é Reformismo e Oportunismo?

Por August Thalheimer, via marxists.org, traduzido Centro de Estudos Victor Meyer

Um leitor desta revista solicitou, em carta enviada à Redação, uma resposta à pergunta. A Redação achou proveitoso que a resposta viesse a público.

Foram duas as questões colocadas: sobre a natureza do reformismo e sobre a essência do oportunismo. Seria melhor, em primeiro lugar, tratar cada uma por si e, depois, determinar as relações entre o reformismo e o oportunismo, até que ponto eles se equiparam e até que ponto não. Continue lendo “O que é Reformismo e Oportunismo?”

Mariátegui e as táticas de frente única

Por Soraia de Carvalho e Jórissa Danilla N. Aguiar, via Lutas Sociais

As formulações do marxista peruano José Carlos Mariátegui são destacadas por sua criatividade no trato da questão indígena, da defesa da independência política do proletariado, entendido como direção das massas oprimidas. Desenvolveu sua elaboração teórica e seus intentos organizativos em um período de enrijecimento do debate político na Internacional Comunista. Neste artigo, delineamos como o Amauta trouxe para sua prática política as táticas de Frente Única Proletária e Frente Única Antiimperialista. Continue lendo “Mariátegui e as táticas de frente única”

Cinco mitos imperialistas sobre o papel da China na África

Por Nino Brown, via Liberation School, traduzido por Guilherme Laranjeira

“Qual país da África é politicamente dirigido pela China? Nenhum. Existe um país africano com uma base militar chinesa, Djibouti, mas suas políticas não são dirigidas por Pequim. Embora hajam, indiscutivelmente, exemplos de produtos chineses sendo despejados em países africanos, nenhum país foi obrigado a excluir “produtos de concorrentes de outros lugares.” A China não controla nenhum sistema bancário africano. Países africanos começaram a adotar o yuan chinês como uma moeda estrangeira de reserva, mas fizeram isso como uma forma de diversificação, se distanciando da dependência do dólar e do euro. “

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A Aliança Popular: o programa e a estratégia dos comunistas gregos

Por KKE (Partido Comunista da Grécia), via Inter.KKE, traduzido por Fernando Savella

A seguinte tradução compreende trechos selecionados da revista teórica do Partido Comunista Grega, em uma edição especialmente voltada ao aprofundamento e estudo em torno do programa deste partido. Neste documento, a estratégia e a tática do KKE, bem como sua concepção sobre as alianças de classe do proletariado, são expostas de modo aprofundado. Continue lendo “A Aliança Popular: o programa e a estratégia dos comunistas gregos”

3 dimensões da apropriação marxista do pensamento de Clausewitz: guerras híbridas e conflitos não-lineares

Por Santiago Marimbondo

Uma das vicissitudes centrais que legou ao pensamento revolucionário a derrota do movimento operário internacional com a queda do muro de Berlin e a consequente etapa de restauração burguesa foi o grau zero de debate estratégico que se estabeleceu a partir dali. A crise objetiva das lutas contestatórias ao poder capitalista por parte das classes subalternas não poderia deixar de impactar subjetivamente; o debate sobre como enfrentar concretamente o poder burguês foi substituído por vulgares perspectivas utópicas sobre “como mudar o mundo sem tomar o poder”, numa luta de uma abstrata “multidão” contra um imaginário “império”, e onde os sujeitos sociais efetivos perdem sua objetividade para se construírem de forma “discursiva” através de uma “ação performática”. 

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Tese do Partido Comunista da Grécia ao 20º Encontro Internacional de Partidos Comunistas e Operários

Por KKE, via Solidnet, traduzido por Gabriel Landi Fazzio

Nos dias 23 a 25 de novembro, em Atenas, Grécia, o Partido Comunista da Grécia (KKE) sediará o 20º Encontro Internacional de Partidos Comunistas e Operários. Em outra ocasião, já abordamos o papel de destaque deste partido para a rearticulação do movimento comunista internacional. Continue lendo “Tese do Partido Comunista da Grécia ao 20º Encontro Internacional de Partidos Comunistas e Operários”

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