Kwame Nkrumah: o encontro de duas razões revolucionárias

Por Jones Manoel, prefácio à coletânea “Kwame Nrkumah – Escritos

“Nkrumah é um brilhante exemplo da capacidade do marxismo de ser uma arma crítica e emancipatória para todos os explorados e oprimidos, combinando – nunca é demais insistir: de forma crítica e criativa – as duas grandes razões revolucionárias da modernidade: marxismo e luta anticolonial. Uma prova prática, cabal, de como é uma besteira as ideologias que afirmam ser o marxismo uma “ideologia branca”, essencialmente eurocêntrico ou inadequado à compreensão de sociedades não-europeias.” Continue lendo “Kwame Nkrumah: o encontro de duas razões revolucionárias”

Agonia e desespero do “marxismo ocidental”: rumo ao fim do “salário psicológico”?

Por Jones Manoel

“Criou-se na universidade um prestígio gigantesco para trotskistas e filo-troskistas formados nos anos 80 e 90. Eles reinaram hegemônicos por muito tempo. Sua derrota política, ausência de influência sobre as massas e isolamento cada vez maior foi compensado com a assunção ao cargo de marxismo “legítimo”. Criou-se uma situação que ao lado de Gramsci, Thompson, Lukács, Mészáros e outros, Trotsky podia ser inserido. Já Stálin e outros, como Fidel Castro ou Mao, óbvio que não. Era o salário psicológico.”

Continue lendo “Agonia e desespero do “marxismo ocidental”: rumo ao fim do “salário psicológico”?”

Crie um site ou blog no WordPress.com

Acima ↑