Agonia e desespero do “marxismo ocidental”: rumo ao fim do “salário psicológico”?

Por Jones Manoel

“Criou-se na universidade um prestígio gigantesco para trotskistas e filo-troskistas formados nos anos 80 e 90. Eles reinaram hegemônicos por muito tempo. Sua derrota política, ausência de influência sobre as massas e isolamento cada vez maior foi compensado com a assunção ao cargo de marxismo “legítimo”. Criou-se uma situação que ao lado de Gramsci, Thompson, Lukács, Mészáros e outros, Trotsky podia ser inserido. Já Stálin e outros, como Fidel Castro ou Mao, óbvio que não. Era o salário psicológico.”

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Vocês querem um Hitler negro? Crítica ao Black Money

Por Jones Manoel e Douglas Rodrigues Barros

À proporção que me aprofundava no conhecimento da doutrina marxista e me esforçava por ter uma ideia mais clara das atividades do marxismo, os próprios acontecimentos se encarregavam de dar uma resposta àquelas dúvidas.  Continue lendo “Vocês querem um Hitler negro? Crítica ao Black Money”

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