A brutalidade de um pacifista: as dimensões da violência no poema “Uivo”

Por Anielson Ribeiro da Silva, graduando do curso de Língua Portuguesa e suas Literaturas pela UPE – Campus Petrolina e Militante da União da Juventude Comunista.

“A violência, portanto, não pode ser entendida simplesmente, no sentido liberal, como mera intenção de agressividade física, mas é aqui expressa através de um desejo contestador, que hostiliza a aparente realidade pacífica da “alta literatura” e conduz a linguagem a uma nova manifestação de ser livre.” Continue lendo “A brutalidade de um pacifista: as dimensões da violência no poema “Uivo””

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Os “Pequenos” Princípios do Pequeno Príncipe

Por Tarique Layon

A leitura (ou mesmo releitura) de “O Pequeno Príncipe”, um clássico de Antoine de Saint-Exupéry, O Pequeno Príncipe, nos remete a muitos conceitos que estão deveras esquecidos atualmente, tais como amor ágape e zelo com os semelhantes. Neste artigo dedicar-me-ei a dissertar sobre essa temática tentando obedecer à forma sutil que são abordados nessa obra esplêndida. Continue lendo “Os “Pequenos” Princípios do Pequeno Príncipe”

György Lukács, o profeta da revolução

Por Douglas Rodrigues Barros[1] 

Não foram poucos os pensadores que viram na literatura uma interpretação de mundo e, além disso, a possibilidade de identificar na forma literária transformações que se efetivariam no terreno social. Lukács, entretanto, foi um dos primeiros, senão o primeiro, a observar com profundidade incomum os desdobramentos da forma literária como sinais de transformações, por vezes, dolorosas e radicais; é sob o signo das mudanças operadas no espírito e captadas pela forma literária que podem ser identificados todo um céu estrelado de motivos, paixões e ações que traduzem o que ocorre na vida social. A literatura é, assim, o passaporte, não apenas, para se conhecer o espírito de uma época, como também, identificar seu declínio. Continue lendo “György Lukács, o profeta da revolução”

A questão é a do socialismo

Por José Saramago

O presente excerto foi escrito por Saramago em Fevereiro de 1976, dois anos depois da Revolução dos Cravos, em um Portugal que vivia o “dia seguinte” de uma revolução triunfante. Por isso expõe as tensões políticas próprias daquela época no país ibérico. Continue lendo…

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