O fracasso da estratégia colaboracionista com os governos burgueses após a Segunda Guerra Mundial

Por Guido Ricci, via Pelo Anti-imperialismo, traduzido por Bernardo Maques

Relatório do Partido Comunista (Itália), apresentado pelo camarada Guido Ricci (Departamento Internacional), na Conferência Internacional da Iniciativa Comunista Europeia (International Conference of the European Communist Initiative), realizada em Istambul aos dias 16 e 17 de fevereiro de 2019, por ocasião do centenário da Internacional Comunista. A Conferência, intitulada “Luta pelo comunismo: 100 anos de herança política”, aprofundou o estudo das lições a serem tomadas da História, com troca de experiências sobre as lutas dos partidos comunistas em cada país, analisando diferentes pontos críticos na história do Movimento Comunista Internacional. Continue lendo “O fracasso da estratégia colaboracionista com os governos burgueses após a Segunda Guerra Mundial”

Não podemos fazer concessões em nossos princípios

Por Alberto Lombardo, via Pelo Anti-Imperialismo, traduzido por Bernardo Marques

“Cada passo de movimento real é mais importante do que uma dúzia de programas. (…) Se, no entanto, são criados programas de princípios (em vez de remetê-los de volta ao tempo em que tenham sido preparado por uma mais longa atividade conjunta), os marcos a partir dos quais se julga o nível de movimento do Partido erguem-se perante todo o mundo.” (K. Marx – Carta de acompanhamento à Crítica do programa Gotha; contrastado pelo tradutor com a tradução de José Barata-Moura – Edições “Avante!”) Continue lendo “Não podemos fazer concessões em nossos princípios”

A Situação da Itália e as Tarefas do Partido Comunista Italiano (PCI): Teses de Lyon

Por Antonio Gramsci, traduzido por Dossiê Gramsci¹. Via Revista de Ciências Sociais

“Trata-se de um texto que contém as teses escritas por Gramsci com a colaboração de Palmiro Togliatti. Elas foram apresentadas por ocasião do III Congresso Nacional do Partido Comunista Italiano (PC I), de 23 a 26 de janeiro de 1926, em Lyon. O grupo politico liderado por Gramsci obteve pouco mais de 90% dos votos, enquanto que a ultra-esquerda liderada por Amadeo Bordiga, cerca de 9%. As Teses de Lyon configuram a tentativa de dotar o PCI de uma linha e de um programa baseado em dois eixos articuladores: análise da realidade italiana; ecompreensão histórica dos objetivos politlcos do proletariado revolucionário.”

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Cinco mitos imperialistas sobre o papel da China na África

Por Nino Brown, via Liberation School, traduzido por Guilherme Laranjeira

“Qual país da África é politicamente dirigido pela China? Nenhum. Existe um país africano com uma base militar chinesa, Djibouti, mas suas políticas não são dirigidas por Pequim. Embora hajam, indiscutivelmente, exemplos de produtos chineses sendo despejados em países africanos, nenhum país foi obrigado a excluir “produtos de concorrentes de outros lugares.” A China não controla nenhum sistema bancário africano. Países africanos começaram a adotar o yuan chinês como uma moeda estrangeira de reserva, mas fizeram isso como uma forma de diversificação, se distanciando da dependência do dólar e do euro. “

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Sobre os sujeitos emergentes: A validade do caráter revolucionário da classe trabalhadora e de seu partido de vanguarda

Por Diego Torres, via ICCR, traduzido por Fernando Savella

O autor, membro do Partido Comunista do México, faz um importante balanço sobre a atualidade do marxismo e do proletariado em ensaio de 2014. Aborda a grande contrarrevolução que se iniciou nos anos oitenta, faz a crítica dos supostos novos sujeitos emergentes, e defende a atualidade do Partido Comunista enquanto vanguarda da luta contra o capitalismo.

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Centralismo democrático: “Liberdade para Criticar e Unidade de Ação”

Por Vladimir Ilitch Lenin, via marxists.org, traduzido por Gabriel Landi Fazzio

O centralismo democrático é uma das mais importantes contribuições da práxis de Lenin à luta do proletariado revolucionário. Contudo, em meio aos mais de 45 volumes de textos que produziu ao longo da vida, utilizou o termo apenas um punhado de vezes. Continue lendo “Centralismo democrático: “Liberdade para Criticar e Unidade de Ação””

Redes sociais e centralismo democrático: oportunidades e desafios

Por Ben Becker, via Liberation School, traduzido por Gabriel Landi Fazzio

Este artigo é a versão editada de um documento interno do PSL (EUA – Partido pelo Socialismo e pela Libertação), inicialmente escrito no final de 2015. O documento embasou amplas discussões sobre a questão em todo o partido no início de 2016, examinando as novas possibilidades e dificuldades colocadas pela proliferação das mídias sociais a partir da perspectiva de um partido leninista. Continue lendo “Redes sociais e centralismo democrático: oportunidades e desafios”

O ponto de vista comunista sobre o segundo turno

Por Gabriel Landi Fazzio

O “mal menor” é a palavra de ordem permanente da esquerda liberal. Essa é a própria essência daquilo que se chama “oportunismo” na esquerda. Mas se os comunistas realmente acreditam que haja o perigo do fascismo e estão sinceramente combatendo-o; neste caso irão votar até mesmo em um liberal, sem qualquer barganha, a fim de evitar que os reacionários fortaleçam suas posições na luta contra a classe trabalhadora e as camadas oprimidas do povo! Continue lendo “O ponto de vista comunista sobre o segundo turno”

A recusa do Partido Comunista Grego em participar em um governo burguês

Por Aleka Papariga, via Communist Review 2013, 2 (revista teórica do KKE), traduzido do grego por In Defense Of Greek Workers, traduzido ao português por Pelo Antimperialismo, revisado por Gabriel Landi Fazzio

“Depois de cada tal período de participação, os PCs perderam o poder em benefício da social-democracia; eles foram enfraquecidos, precisamente porque eles eram vistos como tendo compartilhado a responsabilidade Continue lendo…

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