Etiqueta: Pós-Capitalismo

Os (des) Limites do Futuro.

Por Eitor Ramiro “A maioria das distopias aponta para um aprofundamento do capitalismo, e uma quase destruição da humanidade. O que é sintomático, afinal é mais fácil pensar no fim do mundo do que no fim da sociedade burguesa. Ou seja, é construído um aspecto de eternidade a um sistema, que assim como os outros,

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Mercado no Socialismo? Por quê? Como?

Por Pedro Felipe Narciso “Se o mercado persiste à revolução política socialista, como ele pode ser útil ao socialismo? Basicamente, o mercado nas formações sociais socialistas cumpre duas grandes funções. A primeira é funcionar, tal como preconizado por Oskar Lange, como indicador econômico, possibilitando o cálculo econômico racional dos órgãos planejadores. E segundo, desenvolver as forças

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Distopia ou Utopia: Diante de quem o futuro se ajoelhará?

Por André Márcio “Pois bem, pelo menos parece não restar uma dúvida: a de que a utopia precisa voltar a ser a chave benjaminiana contra os escombros do progresso e a catástrofe do futuro. É preciso escovar a história a contrapelo para vislumbrar uma saída diferente do que a mesma projeta para nós. Caso contrário,

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Alain Badiou e a Verdade na Política Revolucionária

Por Alain Badiou, traduzido por Vinícius Okada M. M. D’Amico a partir da versão em inglês do livro (excertos de seu prefácio) Logic of Worlds, Editora Continuum, 2009. “A agonia da França não nasceu das enfraquecedoras razões para acreditar nela — derrota, demografia, indústria, etc. — mas da incapacidade de acreditar em coisa alguma”.- André

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O que acontece depois da meia noite? Reflexões sobre o Apocalipse

Por Pedro Mauad “Ou seja, não temos o que perder, pois o que temos atualmente é o próprio apocalipse em seus desdobramentos. Trata-se, então, de criar e construir isso que pensamos estar em risco. Mediante nosso esforço em salvar a humanidade podemos criar, pela primeira vez, uma humanidade de fato a ser salva, já que

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Mark Fisher foi o líder intelectual de uma geração

Por Jason Cowley, via newstatesman.com, traduzido por Rodrigo Gonsalves “Uma conseqüência (do Realismo Capitalista) são os sentimentos de impotência das pessoas. Outra é a incapacidade de conceber um futuro diferente do presente. “O sentimento de que não podemos expressar formas alternativas de ser e de pensar – para mim, é a principal coisa que o

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A institucionalização pós-revolucionária e a Constituição mexicana de 1917

Por Mariana Varandas Lazzari, publicado originalmente em Revista de História da UEG A partir da discussão em torno do conceito de tirania, busca-se trazer à tona a questão da legalidade como ferramenta para expor as contradições do novo Estado mexicano e a correlação de forças que se deixa entrever nessa formação. Em um segundo momento, recorre-se

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Amor e ódio: Uma unidade de diversos no espirito revolucionário

Por Caique de Oliveira Sobreira Cruz[1] Nesta sociedade fraturada em duas grandes classes, capital e trabalho, onde os capitalistas exploram e oprimem o povo, não podemos devolver o ódio da classe burguesa contra os despossuídos com a resignação, ou seremos atropelados, esmagados. O ódio aos exploradores é um meio de defesa contra as injustiças desta sociabilidade

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