Etiqueta: Resenha

‘O jovem Karl Marx’ de Raoul Peck (2017): o homem que mudou o mundo

Por Heribaldo Maia, graduando em História Licenciatura pela UFPE e militante da União da Juventude Comunista. Poderia começar esse texto problematizando as formas do capitalismo censurar o filme recém lançado: O jovem Karl Marx (2017), do diretor haitiano Raoul Peck. Ou entrar num debate sobre o pensamento marxiano. Porém o filme – que expôs de

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Em qual tempo nós vivemos?

Por Robert Maggiori, via Libération, traduzido por Daniel Alves Teixeira. Henri Bergson não estava errado em dizer que todo grande filósofo não quis no fundo enunciar senão uma só coisa e que empregou toda sua vida para o fazer.

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Cartas Estudantis: um romance diabólico

Por Inês Maia Foi Antonio Candido que pensando sobre a literatura e a vida social redescobriu uma das máximas de Sainte-Beuve ao lembrar que: “O poeta não é uma resultante, nem mesmo um simples foco refletor; possui o seu próprio espelho, a sua mônada individual e única.

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Resenha “Lacan: Passado e Presente: um diálogo”.

Por Sinan Richards, via Marx & Philosophy, traduzido por Daniel Alves Teixeira “Para dizer de maneira mais brutal, as neuroses se remetem, em última instância, à psicologia clínica. Todo mundo passa por pequenas histórias de fracassos amorosos, de obsessões incômodas, de impotência latente, histórias terrivelmente idênticas e cansativas.

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A ofensiva contra o capital: uma mais-resenha

Por Douglas Rodrigues Barros Não é fenômeno raro que em momentos cruciais da história surjam preocupações e interesses em comum. Somos testemunhas de que algumas descobertas e teorias científicas vêm ao mundo simultaneamente, em diversos locais e nas mãos de diferentes pensadores.

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A crise à luz de Moishe Postone: Tempo, Trabalho e Dominação Social

Por Douglas Rodrigues Barros[1] A amplitude da crítica de Postone levará ainda algum tempo para ser descoberta em nosso quintal. A despeito do “sectarismo positivista”, que vem aos poucos dominando as análises marxianas mais apuradas – para o qual o sujeito automático é um oximoro antinômico e não uma unidade da contradição[2] –, o pensamento

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