O ponto de vista comunista sobre o voto nulo

Por Gabriel Landi Fazzio

A cada dois anos, quando se encerram as apurações eleitorais, surgem uma série de debates a respeito do grande número de pessoas que não dão seus votos a nenhum candidato. Em 2014, 27% dos eleitores aptos se abstiveram, anularam ou votaram “branco” – o maior índice desde 1998, quando a soma ficou na casa dos 36%. Nas eleições municipais de 2016 novamente debateu-as o aumento das abstenções (21,84% em São Paulo) e os nulos e brancos (16,64%). Continue lendo…

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