Florestan Fernandes: “Marighella atravessou as contradições do partido que deveria ter enfrentado a ditadura revolucionariamente”

Por Florestan Fernandes, publicado na Folha de São Paulo, em 12 de novembro de 1984. Outra sugestão é o texto de José Rosa, ex-militante da ALN, sobre o revolucionário baiano.

O 4 de novembro de 1969 incorporou-se à história graças a um feito policial-militar que culminou na morte de Carlos Marighella. Faz portanto, quinze anos que morreu o principal líder da Ação Libertadora Nacional (ALN), figura política que se tornara conhecida como militante do Partido Comunista Brasileiro (PCB), seu dirigente de cúpula e também seu deputado no Congresso que elaborou a Constituição de 1946. Continue lendo…

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