A Greve Geral pela emancipação da Guiana

Por Françoise Vergès, via Jacobin Magazine, traduzido por Gabriel Landi Fazzio

A Guiana francesa vai às ruas em protesto contra décadas de negligência e baixos investimentos. Continue lendo…

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Por que Blanqui?

Por Doug Enaa Greene, via Verso Books, traduzido por Aukai Leisner

Antes de Marx, havia Blanqui: nascido 212 anos atrás. No texto abaixo, o historiador Doug Enaa Greene – autor do vindouro Specters of Communism: Blanqui e Marx – faz um levantamento da vida e pensamento do radical francês. Continue lendo…

Sobre um projeto de psicanálise popular, ou: convém ser comunista para escutar o sofrimento social?

Por Gabriel Tupinambá, texto apresentado no LATESFIP em 07 de Outubro de 2016.

A minha apresentação hoje vai ser um pouco como aquelas cenas de filme em que a câmera começa a afastar e a rua vai ficando pequena, e vai aparecendo o país, depois o planeta e o sistema solar. Como nessas cenas, tem um truque nesse plano contínuo que eu vou propor, uma hora que a gente passa da filmagem efetiva de uma ruela qualquer para a computação gráfica do planeta, depois das galáxias e tal. Continue lendo “Sobre um projeto de psicanálise popular, ou: convém ser comunista para escutar o sofrimento social?”

Alienação e Proletariado: da perda à subjetividade, uma leitura do poema “Quando e por que nascemos” de Mauro Iasi.

Por Daniel Alves Teixeira, membro do Círculo de Estudos da Ideia e da Ideologia.

Recentemente, em um evento organizado pelo PCB de São Paulo, tive a oportunidade de conhecer um poema de autoria de Mauro Iasi, lido por uma das camaradas presentes no encontro. Ouvindo o poema me Continue lendo “Alienação e Proletariado: da perda à subjetividade, uma leitura do poema “Quando e por que nascemos” de Mauro Iasi.”

França: polarização em meio ao colapso dos partidos tradicionais

Por Josh Holroyd, via In Defence of Marxism, traduzido por Gabriel Landi Fazzio

Com menos de um mês antes do primeiro turno das eleições presidenciais na França, ainda não há nenhum candidato que possa ter a vitória assegurada, com quase metade dos eleitores franceses ainda indecisos. Indiscutivelmente a característica mais significativa do processo eleitoral, até agora, tem sido o colapso quase completo dos partidos tradicionais. Continue lendo…

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