Casa Grande & Cinema: Bacurau, o Carcará desidratado

Por André Queiroz

Contar o que se fez esquecer. Contar e cantar o que os doutos driblaram, desde a Cátedra, desde os corredores da Academia e seus imprescritíveis crimes de lesa humanidade (a burlesca história oficial), desde a máquina publicitária, perniciosa, de propaganda ideológica a que, eufemisticamente, se tem o costume de chamar de veículos de informação. Contar em cordéis sob o equilíbrio tênue de varal, pregador, mimeógrafo para que não se perca aquilo que nos é próprio – tradição rastos pegadas acúmulos de lutas e de lutos, de ações plasmadas ao estudo critico e às vanguardas que orientam para que não se esteja órfão de saber e condenado a começar sempre do zero. Para isto o contar do cordel. 

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