Categoria: Crítica

Meu 1989

Por Li Minqi, traduzido por Leonardo Griz Carvalheira Prefácio do livro The Rising of China and the Demise of the Capitalist World Economy, NYU Press, 2008 [“A Ascensão da China e o declínio da Economia-Mundial Capitalista”].

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O Desencanto da Linguagem Nativa: uma análise fanoniana a partir do contexto colonial brasileiro

Por Cristhian Cecchetti “Este breve ensaio visa expor as relações sociolinguísticas entre os povos ameríndios do território brasileiro colonial com seus “senhores” portugueses. E em conjunto analisaremos a disposição de supressão sociolinguística dos povos africanos ocidentais trazidos sob a condição de “escravos” do império. Deste modo pretende-se levantar, utilizando o mote do pensamento de Frantz

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Filosofia e desejo de filosofia

Por Alain Badiou, traduzido por Daniel Alves Teixeira, trata-se do Capítulo 2 do livro Metafísica da Felicidade Real, editora PUF, Paris, 2015. Como muitos leitores o sabem – Rancière e seus amigos deram uma vez esse título a bela revista que eles haviam fundado -, Rimbaud utiliza uma estranha expressão: “as revoltas lógicas”. A filosofia

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Proibicionismo e capitalismo

Por Eitor Ramiro Sena de Macedo “Portanto, o debate proibicionista raramente está relacionado à saúde do usuário, mas sim à produtividade e a uma discussão, sobretudo, moral, buscando um controle dos corpos.  A proibição como forma de lidar com os problemas gerados na saúde se mostra ineficiente ano após ano, o que demonstra a falsa

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Pós-Modernidade: a luta por reconhecimento e distributividade

Por José Manuel de Sacadura Rocha “A pós-Modernidade tem revelado movimentos e presenças de desconstrução com alguma agressividade, de genuinidade indiscutível. Estes movimentos podem ser, grosso modo, repartidos em dois grandes grupos, conforme o “ponto de partida”: ou com foco político ou com foco iminentemente cultural. De certa forma, todos os movimentos sociais são, ao mesmo tempo,

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Devemos repetir o óbvio? Sobre a “verdade” da esquerda

Por Victor Hugo Amaro ” Nossas falhas são nossa história. Abraçar elas é o perfeito caminho para constatar o nosso óbvio (que sim, devemos repetir, mas repetir melhor): se permitem uma pequena referência a um grande texto de Freud, devemos corajosamente repetir, sagazmente recordar, para assim podemos triunfalmente elaborar nossa verdade. Por sorte, nossa tradição

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Sobre os silêncios de Carlos Nelson Coutinho: uma defesa de Althusser

Por João Pedro Luques, mestre em sociologia. Ao lado dos trabalhos de Ruy Fausto, Giannotti, entre outros, a crítica de Carlos Nelson Coutinho à Louis Althusser, publicada pela primeira vez em 1972 em sua obra O Estruturalismo e a Miséria da Razão é uma das principais críticas ao filósofo francês já feitas em solo brasileiro,

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